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16 dúvidas comuns sobre o coronavírus (COVID-19)

A COVID-19 é uma infecção causada por um tipo novo de coronavírus, o SARS-CoV-2, e é caracterizada pelo surgimento de sintomas semelhantes aos de gripe, como febre, dor de cabeça e mal estar geral, além de haver dificuldade para respirar.

Essa infecção surgiu primeiramente na China, mas foi rapidamente espalhada por vários países, sendo agora a COVID-19 considerada uma pandemia. Esse espalhamento rápido é principalmente devido à forma fácil de transmissão do vírus, que é por meio da inalação de gotículas de saliva e de secreções respiratórias que contêm o vírus e que ficam suspensas no ar, após tossir ou espirrar, por exemplo.

É importante que sejam adotadas medidas de prevenção para evitar o contágio e a transmissão, ajudando a combater a pandemia. Conheça mais sobre o coronavírus, sintomas e como identificar.

16 dúvidas comuns sobre o coronavírus (COVID-19)

Por ser um vírus novo, são várias as dúvidas existentes. A seguir, juntamos as principais dúvidas sobre a COVID-19 para tentar esclarecer cada uma:

1. O vírus se transmite pelo ar?

A transmissão do vírus que causa a COVID-19 acontece principalmente por inalação de gotículas de saliva ou de secreções respiratórias que ficam presentes no ar quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala, por exemplo, ou por meio do contato com superfícies contaminadas.

Por isso, para evitar a transmissão, é recomendado que as pessoas que foram confirmadas com o novo coronavírus, ou que apresentem sintomas que sejam indicativos da infecção, utilizem máscaras de proteção para evitar passar o vírus para outras pessoas.

Não há casos e nem evidências de que o novo coronavírus possa ser transmitido através de picada de mosquitos, como o que acontece no caso de outras doenças como dengue e febre amarela, por exemplo, sendo apenas considerada que a transmissão acontece por meio de inalação de gotículas suspensas no ar que contenham o vírus. Veja mais sobre a transmissão da COVID-19.

2. Quem não tem sintomas pode transmitir o vírus?

Sim, principalmente devido ao período de incubação da doença, ou seja, o período entre a infecção e o aparecimento dos primeiros sintomas, que no caso da COVID-19 são de cerca de 14 dias. Assim, a pessoa pode ter o vírus e não saber, sendo teoricamente possível a transmissão para outras pessoas. No entanto, a maior parte das contaminações parece acontecer apenas quando a pessoa começa a tossir ou espirrar.

Por isso, no caso de não se ter sintomas, mas estar incluído em um grupo de risco ou ter tido contato com pessoas que foram confirmadas com a infecção, o recomendado é que seja feita a quarentena, porque dessa forma é possível verificar se houve o desenvolvimento dos sintomas e, em caso positivo, impedir o espalhamento do vírus. Entenda o que é e como deve ser feita a quarentena.

3. Posso pegar de novo o vírus se já estive infectado?

O risco de voltar a ficar infectado pelo novo coronavírus depois de já se ter tido a doença existe, mas parece ser bastante reduzido, especialmente nos primeiros meses após a infecção. De acordo com o CDC [4], estudos atuais sugerem que a re-infecção é incomum durante os primeiros 90 dias.

4. O que é um grupo de risco?

O grupo de risco corresponde ao grupo de pessoas que tem mais chance de desenvolver complicações graves da infecção principalmente devido à diminuição da atividade do sistema imunológico. Assim, as pessoas que encontram-se no grupo de risco são pessoas mais velhas, a partir dos 60 anos, e/ou que possuem doenças crônicas, como diabetes, doenças pulmonares obstrutivas crônicas (DPOC), insuficiência renal ou hipertensão.

Além disso, são consideradas também grupo de risco as pessoas que fazem uso de imunossupressores, que estão fazendo quimioterapia ou que foram submetidas recentemente a procedimentos cirúrgicos, incluindo transplantes.

Apesar das complicações graves serem mais frequentes em pessoas que estão no grupo de risco, todas as pessoas independente da idade ou do sistema imunológico estão suscetíveis à infecção e, por isso, é importante seguir as recomendações do Ministério da Saúde (MS) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Teste online: você faz parte de um grupo de risco?

Para saber se você faz parte de um grupo de risco para COVID-19, responda a este teste online:

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Sexo:
  • Masculino
  • Feminino
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Idade:
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Peso:
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Altura:
Em metros.
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Tem alguma doença crônica?
  • Não
  • Diabetes
  • Hipertensão
  • Câncer
  • Doença cardíaca
  • Outra
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Tem alguma doença que afete o sistema imunológico?
  • Não
  • Lúpus
  • Esclerose múltipla
  • Anemia Falciforme
  • HIV/AIDS
  • Outra
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Tem síndrome de Down?
  • Sim
  • Não
É fumante?
  • Sim
  • Não
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Fez algum transplante?
  • Sim
  • Não
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Usa remédios controlados?
  • Não
  • Corticoides, como Prednisolona
  • Imunossupressores, como Ciclosporina
  • Outro
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5. Existe uma vacina?

Existem várias plataformas de vacinas sendo estudadas e desenvolvidas para combater a pandemia por COVID-19. As vacinas que, até ao momento, apresentam maior eficácia e estão já sendo implementadas em vários países são as desenvolvidas pelos laboratórios da Pfizer, Moderna, AstraZeneca e da Sinovac.

Veja mais sobre as vacinas existentes contra a COVID-19, como funcionam e plano de vacinação.

6. O que são variantes da COVID-19?

As variantes da COVID-19 surgem como consequência de alterações durante a replicação do vírus, o que podem dar origem a mutações que podem ser vantajosas para o vírus, ou seja, que podem tornar o vírus mais resistente à ação do sistema imunológico e/ou aumentar a sua capacidade infecciosa e de transmissão. As principais variantes identificadas e suas características são:

VariantesLugar de origemCaracterísticas
B.1.1.7 [4]Reino UnidoMaior capacidade de transmissão + Maior capacidade de infecção
B.1.351 ou 501Y.V2África do SulMaior capacidade de transmissão + Capaz de enfraquecer a ação dos anticorpos contra o vírus
B.1.617.1/ 2/ 3ÍndiaMaior capacidade de transmissão, no entanto ainda são necessários mais estudos que confirmem o potencial de transmissão e risco de mortalidade
P.1Brasil - ManausMaior capacidade de transmissão + Capaz de enfraquecer a ação dos anticorpos contra o vírus
P.1.2Brasil - Rio de JaneiroAinda não existem estudos que indiquem que é mais letal ou mais transmissível
B.1427 e B.1429Estados UnidosMaior capacidade de transmissão

Apesar de, de forma geral, serem mais transmissíveis, essas mutações não estão relacionados com casos mais graves de COVID-19, porém são ainda necessários mais estudos que ajudem a entender melhor o comportamento dessas novas variantes. Conheça mais sobre as variantes da COVID-19.

7. Antibiótico trata o coronavírus?

Os antibióticos possuem atividade apenas contra bactérias e alguns fungos e parasitas, não tendo efeito sobre os vírus. Além disso, quando se faz uso de antibióticos sem a recomendação médica, pode haver favorecimento da resistência microbiana a antibióticos, além da diminuição da atividade do sistema imune, favorecendo a ocorrência de outras doenças.

O tratamento para a COVID-19 é feito com medidas de suporte, como hidratação, repouso e alimentação adequada, devendo ser feita em isolamento para evitar a disseminação e transmissão do vírus para outras pessoas. Até o momento não foram identificados antivirais que tivessem ação contra o novo tipo de coronavírus, no entanto estudos têm sido desenvolvidos com o objetivo de identificar medicamentos que tenham ação contra a COVID-19. Veja mais detalhes do tratamento para a COVID-19.

8. É seguro viajar?

É importante consultar as orientações do destino da viagem, isso porque alguns países adotaram medidas para evitar a transmissão do vírus, podendo haver indicação de isolamento obrigatório assim que chegar no local, bem como realização do teste de PCR para COVID-19 antes do embarque. Além disso, alguns locais indicaram o fechamento dos aeroportos para voos internacionais, tendo também como objetivo evitar o espalhamento do vírus.

Os meios de transporte de pessoas normalmente não possuem muita circulação de ar e transportam um grande número de pessoas, o que também poderia favorecer a transmissão. Por isso, no caso da viagem ser necessária e estar autorizada pelos órgãos de saúde, é importante que sejam adotadas medidas de precaução, como cobrir boca e nariz com máscara, evitar tocar com as mãos nos olhos ou na boca e lavar a mão com água e sabão frequentemente.

Veja como lavar as mãos corretamente para diminuir o risco da infecção pelo vírus:

9. Posso ser infectado através de uma encomenda?

De acordo com a OMS, a probabilidade de ter contato com o vírus a partir de uma encomenda que veio de um país com grande quantidade de casos é muito baixa, isso porque a encomenda muito provavelmente foi exposta a diferentes condições e variações de temperatura e umidade, o que poderia inativar o vírus.

Um estudo realizado em março de 2020 [1] por pesquisadores dos Estados Unidos sugere que o SARS-CoV-2 é capaz de continuar infectante em superfícies por dias, principalmente em superfícies de plástico e de aço inoxidável, possuindo menor tempo de sobrevivência em papelão, que é normalmente o material em que as encomendas são enviadas.

Caso haja desconfiança que o pacote possa estar contaminado, mesmo que a chance seja baixa, pode-se fazer desinfecção do pacote com álcool em gel, além de depois lavar bem as mãos com água e sabão.

10. Animais de estimação podem transmitir o vírus?

A transmissão da COVID-19 de animais de estimação para pessoas ainda não foi comprovada. Até o momento o que se sabe é que a transmissão acontece por meio da inalação de gotículas de saliva e de secreção respiratória que ficam suspensas no ar quando uma pessoa infectada tosse ou espirra.

11. Álcool-gel caseiro funciona?

Apesar do álcool em gel ser bastante utilizado como forma de prevenir o contágio com agentes infecciosos, incluindo os vírus, os álcool em gel caseiros não necessariamente possuem a mesma eficácia. Isso porque para que funcione corretamente, é importante que tenha concentração adequada de álcool capaz de eliminar o agente infeccioso, além de que algumas receitas de álcool em gel caseiro indicam o uso de algumas substâncias que podem favorecer o desenvolvimento do microrganismo. Veja mais sobre o álcool em gel e outros tipos de antissépticos.

Por isso, para se proteger é importante usar álcool-gel a 70%, tanto para fazer a higienização das mãos como também para desinfetar superfícies e objetos, e lavar as mãos com água e sabão de forma regular. Além disso, os secadores de mão ou as luzes ultravioletas (UV) não possuem efeito comprovado de inibição ou eliminação do vírus e, por isso, não devem ser usadas como forma de prevenção da COVID-19.

16 dúvidas comuns sobre o coronavírus (COVID-19)

12. Temperaturas mais altas matam o vírus?

Até o momento não há informações que indiquem qual a temperatura mais adequada para impedir o espalhamento e desenvolvimento do vírus. No entanto, o novo coronavírus já foi identificado em vários países com climas e temperaturas diferentes, o que indica que o vírus pode não sofrer interferência desses fatores.

Além disso, a temperatura do corpo é normalmente entre 36ºC e 37ºC, independentemente da temperatura da água que se toma banho ou da temperatura do ambiente em que se vive, e como o novo coronavírus está relacionado com uma série de sintomas, é sinal de que consegue desenvolver-se naturalmente no corpo humano, que possui temperaturas mais altas.

As doenças causadas por vírus, como gripes e resfriados, acontecem com mais frequência durante o inverno, já que as pessoas costumam ficar mais tempo em ambientes fechados, com pouca circulação de ar e com muitas pessoas, o que facilita a transmissão do vírus entre a população. Porém, como a COVID-19 já foi notificada em países em que é verão, acredita-se que a ocorrência desse vírus não tenha relação com a temperatura mais alta do ambiente, podendo também ser facilmente transmitida entre as pessoas.

13. Vitamina C ajuda a proteger contra a COVID-19?

Não há evidências científicas que indiquem que a vitamina C ajude a combater o novo coronavírus. O que se sabe é que essa vitamina ajuda a melhorar o sistema imune, pois é rico em antioxidantes que combatem os radicais livres, prevenindo a ocorrência de doenças infecciosas e podendo aliviar os sintomas do resfriado.

Por ser rica em antioxidantes, pesquisadores da China [2]estão desenvolvendo um estudo que tem como objetivo verificar se o uso de vitamina C em pacientes críticos é capaz de melhorar o funcionamento dos pulmões, promovendo a melhora dos sintomas de infecção, já que essa vitamina é capaz de prevenir a gripe devido à sua ação anti-inflamatória.

No entanto, ainda não existem evidências científicas que confirmem o efeito da vitamina C na COVID-19, além de que quando essa vitamina é consumida em excesso há maior risco de desenvolvimento de cálculos renais e alterações gastrointestinais, por exemplo.

Para se proteger contra o coronavírus, além de ter uma alimentação que melhore a atividade do sistema imune, dando preferência a alimentos ricos em ômega-3, selênio, zinco, vitaminas e probióticos, como peixes, castanhas, laranja, sementes de girassol, iogurte, tomate, melancia e batata com casca, por exemplo. Apesar do alho possuir propriedades antimicrobianas, ainda não foi verificado se possui efeito sobre o novo coronavírus e, por isso, é importante investir em uma alimentação equilibrada. Veja o que comer para melhorar o sistema imune.

É importante também lavar bem as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, evitar ambientes fechados e com muitas pessoas e cobrir a boca e o nariz sempre que for necessário tossir ou espirrar. Dessa forma, é possível evitar o contágio e a transmissão do vírus para outras pessoas. Confira outras formas de se proteger contra o coronavírus.

14. O Ibuprofeno piora os sintomas da COVID-19?

Um estudo realizado por pesquisadores da Suíça e da Grécia em março de 2020 [3] indicou que o uso do Ibuprofeno foi capaz de aumentar a expressão de uma enzima pode ser encontrada nas células do pulmão, rins e coração, o que tornaria os sintomas respiratórios mais graves. No entanto essa relação foi feita baseada em apenas um estudo realizado em diabéticos e levando em consideração a expressão da mesma enzima, mas presente no tecido cardíaco.

Por isso, não é possível afirmar que o uso de Ibuprofeno tenha relação com o agravamento dos sinais e sintomas da COVID-19. Veja mais sobre a possível relação entre o coronavírus e o uso de Ibuprofeno.

15. O vírus sobrevive por quanto tempo?

Uma pesquisa desenvolvida em março de 2020 por cientistas americanos [1] indicou que o tempo de sobrevivência do SARS-CoV-2, responsável pela COVID-19, varia de acordo com o tipo de superfície que é encontrado e condições do ambiente. Assim, de forma geral, o vírus pode sobreviver e permanecer infectante por cerca de:

  • 3 dias, no caso de superfícies de plástico e aço inoxidável;
  • 4 horas, no caso de superfícies de cobre;
  • 24 horas, no caso de superfícies de papelão;
  • 3 horas na forma de aerossóis, que podem ser liberadas quando uma pessoa infectada faz nebulização, por exemplo.

Apesar poder estar presente em superfícies em sua forma infectante por algumas horas, esse tipo de contágio ainda não foi determinado. No entanto, é indicado que seja feita a desinfecção de superfícies que possam conter o vírus, além de ser importante fazer uso de álcool gel e lavar as mãos com água e sabão regularmente.

16. Quanto tempo demora para ter o resultado do exame?

O tempo entre a coleta da amostra e a liberação do resultado pode variar de acordo com o tipo de exame que será realizado, podendo variar entre 15 minutos e 7 dias. Os resultados que saem em menor tempo são aqueles que são feitos através de testes rápidos, como o teste de imunofluorescência e de imunocromatografia.

A diferença entre esses dois é a amostra coletada: enquanto que na imunofluorescência é utilizada amostra das vias respiratórias, que é coletada através de um swab nasal, a imunocromatografia é feita a partir de uma pequena amostra de sangue. Nos dois testes, a amostra entra em contato com o reagente e, se a pessoa possuir o vírus, é indicado entre 15 e 30 minutos, sendo confirmado o caso de COVID-19.

O exame que demora mais tempo para ser liberado é o de PCR, que é um exame molecular mais específico, considerado padrão-ouro e que é feito principalmente para confirmar o caso positivo. Esse exame é feito a partir de amostra de sangue ou da amostra coletada por swab nasal ou oral, e indica se há infecção pelo SARS-CoV-2 e a quantidade de cópias de vírus no organismo, indicando a gravidade da doença.

Esclareça mais dúvidas sobre o coronavírus assistindo ao vídeo a seguir:

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Bibliografia

  • SOCIEDADE PORTUGUESA DE FARMACOLOGIA. A alegação de que o uso de ibuprofeno pode estar associado a um risco aumentado de infecção por COVID-19 é falsa. 2020. Disponível em: <http://www.spfarmacologia.pt/>. Acesso em 16 Mar 2020
  • CLINICAL TRIALS. Vitamin C Infusion for the Treatment of Severe 2019-nCoV Infected Pneumonia. Disponível em: <https://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT04264533>. Acesso em 03 Abr 2020
  • VIROLGICAL.ORG. Preliminary genomic characterisation of an emergent SARS-CoV-2 lineage in the UK defined by a novel set of spike mutations. Disponível em: <https://virological.org/t/preliminary-genomic-characterisation-of-an-emergent-sars-cov-2-lineage-in-the-uk-defined-by-a-novel-set-of-spike-mutations/563>. Acesso em 21 Dez 2020
  • MBAEYI, Sarah. Use of Pfizer-BioNTech COVID-19 Vaccine: Clinical Considerations. 2020. Disponível em: <https://www.cdc.gov/vaccines/acip/meetings/downloads/slides-2020-12/slides-12-12/COVID-03-Mbaeyi.pdf>.
  • CDC. Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) - Frequently Asked Questions. Disponível em: <https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/faq.html>. Acesso em 16 Mar 2020
  • FDA. Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) Frequently Asked Questions. Disponível em: <https://www.fda.gov/emergency-preparedness-and-response/mcm-issues/coronavirus-disease-2019-covid-19-frequently-asked-questions>. Acesso em 16 Mar 2020
  • CDC. Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) - Travel: Frequently Asked Questions and Answers. Disponível em: <https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/travelers/faqs.html>. Acesso em 16 Mar 2020
  • DIREÇÃO GERAL DE SAÚDE. Perguntas básicas sobre a COVID-19. Disponível em: <https://covid19.min-saude.pt/perguntas-frequentes/>. Acesso em 16 Mar 2020
  • WORLD HEATLH ORGANIZATION. Q&A on coronaviruses (COVID-19). Disponível em: <https://www.who.int/news-room/q-a-detail/q-a-coronaviruses>. Acesso em 16 Mar 2020
  • Fang L, Karakiulakis G, Roth M. . Are patients with hypertension and diabetes mellitus at increased risk for COVID-19 infection?. Lancet Respir Med. . 30116-8, 2020
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  • INFARMED. Nota Informativa - Ausência de evidência entre o agravamento da infeção por COVID-19 e o ibuprofeno. 2020. Disponível em: <https://www.infarmed.pt/web/infarmed/infarmed/-/journal_content/56/15786/3578892>. Acesso em 16 Mar 2020
  • CDC. New COVID-19 Variants. Disponível em: <https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/transmission/variant.html>. Acesso em 27 Jan 2021
  • WHO. COVID-19 Weekly Epidemiological Update. 2021. Disponível em: <https://www.who.int/docs/default-source/coronaviruse/situation-reports/20210511_weekly_epi_update_39.pdf?sfvrsn=b66ba70d_11&download=true>. Acesso em 18 Mai 2021
  • Referente a: "Risco de infecção grave por COVID-19":

  • CDC. People with Certain Medical Conditions. Disponível em: <https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/people-with-medical-conditions.html>. Acesso em 19 Jan 2021
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