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O que você precisa saber?

Síndrome de Angelman

A Síndrome de Angelman é uma doença genética e neurológica que se caracteriza por convulsões, movimentos desconexos, atraso intelectual, ausência da fala e riso excessivo. As crianças com esta síndrome apresentam boca, língua e maxilar grandes, uma testa pequena e, geralmente, são loiros e têm os olhos azuis.

As causas da Síndrome de Angelman são genéticas e estão relacionadas com um problema no cromossoma 15, tal como na Síndrome de Prader-Willi.

A Síndrome de Angelman não tem cura, porém existe tratamento para diminuir os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Sintomas da Síndrome de Angelman

Os sintomas da Síndrome de Angelman podem ser:

  • Atraso mental grave;
  • Ausência de linguagem, com nenhum ou reduzido uso de palavras;
  • Convulsões frequentes;
  • Episódios de riso frequentes;
  • Incapacidade de coordenação dos movimentos ou movimento trémulo dos membros;
  • Microcefalia;
  • Hiperatividade e desatenção;
  • Distúrbios do sono;
  • Aumento da sensibilidade ao calor;
  • Atração e fascínio pela água;
  • Estrabismo;
  • Mandíbula e língua para fora;
  • Dentes espaçados;
  • Baba frequente.

Uma característica da Síndrome de Angelman comum é as crianças, ao gargalhar, abanarem as mãos, o que também ocorre em momentos de excitação.

Diagnóstico da Síndrome de Angelman

O diagnóstico da Síndrome de Angelman é feito através da avaliação da combinação de sintomas, como grave retardamento mental, movimentos descoordenados, convulsão e o semblante feliz.

A realização de um eletroencefalograma pode ser útil para confirmar o diagnóstico, assim como testes genéticos ou moleculares.

Tratamento da Síndrome de Angelman

O tratamento da Síndrome de Angelman não cura a doença, porém, ajuda a reduzir os sintomas apresentados pelos pacientes.

As crises convulsivas podem ser controladas através de remédios anticonvulsivos, como valproato ou carbamazepina. A melatonina pode ser usada para controlar o ciclo do sono.

A fisioterapia na Síndrome de Angelman é recomendada, assim como terapia da fala ou terapia ocupacional, para melhorar a capacidade de linguagem, controle dos movimentos involuntários e atraso intelectual.

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