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Alergia a perfume: sintomas e o que fazer para evitar

Agosto 2020

A alergia a perfume é uma condição em que a pessoa é mais sensível a substâncias que dão cheiros característicos, como o lyral, responsável pelo cheiro de flores como o lírio, por exemplo. 

Esta sensibilidade causa irritação na mucosa no nariz e provoca um processo inflamatório podendo causar sintomas respiratórios, como coriza e espirros, mas caso a pessoa entre em contato direto com o perfume que contém a substância alérgena, podem surgir sintomas cutâneos como coceira na pele e ao redor dos olhos, além de dor de cabeça.

Este tipo de alergia é hereditária, ou seja, a pessoa recebeu dos pais os genes que a tornam sensível, e por isso não tem cura, mas pode ser evitada por algumas medidas, como afastar os alérgenos, e ser tratada com remédios antialérgicos, que aliviam os sintomas.

Alergia a perfume: sintomas e o que fazer para evitar

Principais sintomas 

Os principais sintomas que a alergia a perfumes pode apresentar são:

  • Coriza;
  • Espirros;
  • Olhos inchados e lacrimejando;
  • Coceira no nariz;
  • Irritação na pele;
  • Dificuldade para respirar;
  • Náuseas e vômito;
  • Chiado no peito;
  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Tosse.

Caso estes sintomas estejam presentes com frequência, é indicado procurar um clínico geral ou um alergologista para que a alergia a perfumes seja diagnosticada ou descartada, e o tratamento iniciado quando existe a confirmação.

As pessoas que possuem alguma condição respiratória como asma, rinite alérgica ou algum outro tipo de alergia são as que têm maiores chances de desenvolver a alergia a perfume, desta forma, estas pessoas devem ter atenção com produtos de cheiro forte. 

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico de alergia a perfumes é confirmado pelo clínico geral ou alergologista, e é feito pela observação dos sintomas apresentados na hora da crise e pelo relato da pessoa de como foram as crises anteriores, nos casos de alergia leve e moderada.

No entanto, em casos graves, é necessário exames específicos, como o teste cutâneo de alergia, por exemplo, para identificar qual é a substância mais alergênica e assim e indicar o tratamento adequado. Confira como é feito o teste cutâneo de alergia

Como é feito o tratamento

O tratamento para a alergia a perfumes, seja leve, moderada ou grave, pode ser feito com o afastamento de produtos que não tenham perfume neutro, sendo até desaconselhado o uso de produtos de perfume suave. Por não ter cura, o tratamento da alergia a perfumes, dura a vida inteira. 

No entanto, nos casos em que a alergia causa muitos sintomas o clínico geral ou alergologista, podem ainda indicar o uso de antialérgicos, para controlar a intensidade dos sintomas durante a crise de alergia. Veja quais os antialérgicos podem ser usados.

O que fazer para evitar a crise de alergia 

Para evitar a alergia a perfume é recomendado que a pessoa suspenda o uso de qualquer produto, seja de higiene pessoal, limpeza e até cosméticos, que tenham cheiro suave ou intenso. O indicado é fazer uso apenas de produtos com cheiro neutro. 

Outras recomendações importantes para evitar as crises são:

  • Evitar produtos que contenham substâncias muito alergênicas comolyral, geraniol, cinnamal, álcool cinamílico, citral, cumarina, eugenol, farnesol, HICC (sintético), hidroxicitronelal, isoeugenol, limoneno, linalol;
  • Manter a circulação de ar no ambiente, com janelas abertas ou ventilador;
  • Utilizar produtos que tenham a especificação de perfume neutro, nas embalagens;
  • Evitar ambientes públicos e fechados, como praças de alimentação ou cinemas.

Caso estas medidas não evitem as crises de alergia, é recomendado retornar ao clínico geral ou alergologista, para que o caso possa ser avaliado novamente, e um novo tratamento seja indicado. 

Bibliografia >

  • AIR QUALITY, ATMOSPHERE & HEALTH. International prevalence of fragrance sensitivity. 2019. Disponível em: <https://link.springer.com/article/10.1007/s11869-019-00699-4>. Acesso em 27 Ago 2020
  • AMERICAN JOURNAL OF CLINICAL DERMATOLOGY . Fragrance Contact Allergy. 2003. Disponível em: <https://link.springer.com/article/10.2165%2F00128071-200304110-00006>. Acesso em 27 Ago 2020
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