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Tratamento para vaginose bacteriana

O tratamento para vaginose bacteriana deve ser indicado pelo ginecologista, sendo normalmente recomendado o uso de antibióticos como Metronidazol em forma de comprimido ou de creme vaginal por cerca de 7 a 12 dias de acordo com a orientação do médico.

Além do uso de remédios, é importante que a mulher adote alguns cuidados para evitar o surgimento novamente da vaginose, sendo recomendado utilizar camisinha em todas as relações sexuais, usar calcinha de algodão e evitar fazer duchas vaginais.

Tratamento para vaginose bacteriana

1. Remédios

O ginecologista normalmente indica o uso de antimicrobianos para eliminar o excesso de bactérias da região genital, ajudando a aliviar os sintomas de vaginose. Assim, os remédios normalmente indicados pelo ginecologista são:

  • Metronidazol em comprimidos ou em creme vaginal, cuja dose recomendada é de 2g numa toma única ou 400 a 500 mg, 2 vezes ao dia, durante 7 dias, no caso dos comprimidos, e durante cerca de 10 a 20 dias, à noite, no caso do creme vaginal;
  • Clindamicina em comprimidos ou creme vaginal, cuja dose recomendada varia entre 600 e 1800 mg, divididas em doses iguais ao longo do dia, durante um intervalo de tempo determinado pelo médico. No caso do creme, este deve ser aplicado uma vez à noite por cerca de 3 a 7 dias;
  • Tinidazol em comprimidos, cuja dose recomendada é de geralmente 2g em toma única.

O tratamento para vaginose bacteriana deve ser feito até ao fim, mesmo que os sintomas da vaginose tenham diminuído ou desaparecido, isso porque caso a vaginose bacteriana não seja tratada é possível que evolua para doença inflamatória pélvica ou aumentar o risco de adquirir outras infecções sexualmente transmissíveis, como clamídia, por exemplo. Conheça mais sobre a clamídia.

Tratamento durante a gravidez

Durante o gravidez o tratamento para a vaginose bacteriana também deve ser com antibióticos, que devem ser recomendados pelo obstetra que acompanha a gravidez.

É muito importante fazer o tratamento corretamente, porque a vaginose bacteriana na gravidez quando não tratada, pode provocar parto prematuro ou o bebê pode nascer com baixo peso.

2. Tratamento caseiro

Um ótimo tratamento natural para vaginose bacteriana é o chá de uva-ursina, devido à sua ação antibacteriana e anti-séptica. Para fazer o chá, basta ferver 30 gramas de folhas de uva-ursina em 500 mL de água por aproximadamente 15 minutos. Em seguida coar e beber até 3 xícaras do chá por dia. Este tratamento não deve ser feito em grávidas, pois a uva-ursina é contraindicada na gravidez.

Além disso, pode-se também utilizar o óleo de Melaleuca, que tem propriedades antibacterianas. Este óleo deve ser diluído em outro óleo para não irritar a pele e a mucosa, como o óleo de amêndoa por exemplo, e pode ser usado imergindo um tampão nesta mistura e aplicando-o na vagina por cerca de uma hora, 3 a 4 vezes ao dia.

Tratamento para vaginose bacteriana

Cuidados durante o tratamento

Para garantir o sucesso do tratamento e evitar que a vaginose ocorra novamente, é importante que a mulher siga algumas orientações, como:

  • Usar preservativo em todas as relações;
  • Evitar duchas e banhos de espuma na banheira;
  • Evitar usar sabonetes perfumados;
  • Lavar a região íntima com água e sabão ou sabonete íntimo com pH neutro;
  • Evitar fazer duchas vaginais;
  • Usar calcinha de algodão.

Os sinais de melhora da vaginose bacteriana estão relacionados com a realização do tratamento e geralmente incluem o desaparecimento do corrimento amarelo ou verde com mau cheiro e a diminuição da coceira vaginal.

Os sinais de piora da vaginose bacteriana normalmente surgem quando o tratamento não é feito ou é realizado incorretamente e incluem o aumento do mau cheiro e do corrimento vaginal verde ou amarelo, o aumento da coceira vaginal e da dor ao urinar. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose bacteriana.

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