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Como saber se o colesterol alto é genético e o que fazer

Para diminuir os valores de colesterol genético deve-se consumir em todas as refeições alimentos ricos em fibra, como vegetais ou frutas, realizar exercício físico diariamente, durante pelo menos 30 minutos, e tomar diariamente os medicamentos indicados pelo médico.

Estas recomendações devem ser mantidas durante toda a vida, para evitar o desenvolvimento de problemas cardíacos graves, como infarto ou AVC, que podem mesmo surgir na infância ou adolescência, no caso de o colesterol não estar controlado.

Geralmente, o colesterol alto é adquirido ao longo da vida, devido a hábitos alimentares pouco saudáveis e a um estilo de vida sedentário, porém, ahipercolesterolemia familiar, popularmente conhecida por colesterol alto familiar, é uma doença hereditária que não tem cura e, por isso, a pessoa tem o colesterol elevado desde o nascimento, devido a uma alteração no gene que leva ao mau funcionamento do fígado, que não é capaz de remover o colesterol ruim do sangue.

Como saber se o colesterol alto é genético e o que fazer

Sinais de colesterol alto genético

Alguns sinais que podem indicar que a pessoa tem colesterol alto hereditário incluem:

  • Colesterol total superior a 310 mg/dL ou colesterol LDL superior a 190 mg/dL (colesterol ruim), em um exame de sangue;
  • História de algum familiar de 1º ou 2º grau com doença do coração antes dos 55 anos;
  • Nódulos de gordura depositados nos tendões, principalmente dos tornozelos e dedos|;
  • Alterações nos olhos, que inclui um arco opaco esbranquiçado no olho;
  • Bolinhas de gordura na pele, principalmente nas pálpebras, conhecida por xantelasma.

Para confirmar o diagnóstico de hipercolesterolemia familiar é preciso ir no médico para fazer uma análise de sangue e verificar os valores de colesterol total e do colesterol ruim. Saiba quais são os valores de referência para o Colesterol.

Como é feito o tratamento

Embora o colesterol hereditário não tenha cura, deve-se seguir o tratamento indicado pelo médico para manter a quantidade colesterol total normal, que deve ser inferior a 190 mg/dL e/ou LDL (colesterol ruim) inferior a 130 mg/dL, para evitar a chance de desenvolver doenças cardíacas precocemente. Assim, deve-se:

  • Consumir diariamente alimentos ricos em fibra, como vegetais e frutas, porque absorvem a gordura. Conheça outros alimentos ricos em fibras;
  • Evitar enlatados, embutidos, frituras, doces e salgadinhos, pois possuem muita gordura saturada e trans, que agravam a doença;
  • Praticar exercício físico, como correr ou nadar, todos os dias durante pelo menos 30 minutos;
  • Não fumar e evitar fumaça.

Além disso, o tratamento também pode incluir o uso de medicamentos indicados pelo cardiologista, como por exemplo, a sinvastatina, rosuvastatina ou atorvastatina, por exemplo, que devem ser tomados diariamente, para evitar o aparecimento de doenças cardiovasculares.

Como baixar o colesterol genético infantil

Caso o diagnóstico de hipercolesterolemia seja feito na infância, a criança deve iniciar uma alimentação pobre em gorduras a partir dos 2 anos, para controlar a doença e, em alguns casos, pode ser necessário fazer suplementação de fitosteróis de cerca de 2g, que são constituintes naturais das plantas, que ajudam a diminuir o colesterol no sangue.

Além disso, na maioria dos casos, também é necessário tomar medicamentos para baixar o colesterol, porém, esse tratamento farmacológico só é recomendado a partir dos 8 anos, e deve ser mantido ao longo da vida. Para saber o que a criança pode comer veja uma dieta para baixar o colesterol.

Para saber que alimentos evitar, assista ao vídeo:

Dieta para COLESTEROL ALTO

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Bibliografia >

  • CENTRO HOSPITALAR DE LISBOA. HIPERCOLESTEROLEMIA FAMILIAR. 2018. Disponível em: <http://www.chlc.min-saude.pt/wp-content/uploads/sites/3/2018/07/CR-DHM-Hipercolesterolemia-Familiar-11-06-18.pdf>. Acesso em 10 Out 2019
  • CUNHA, Ana Flávia Cassini et. al.. Hipercolesterolemia Familiar: a Importância do Diagnóstico e Tratamento Precoces. International Journal of Cardiovascular Sciences. 30. 6; 550-553, 2017
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