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O que você precisa saber?

Quando é preciso o coma induzido

O coma induzido é uma sedação profunda que é feita para ajudar a recuperação de um paciente que está muito grave, como pode acontecer após um AVC, trauma cerebral, infarto ou em graves doenças pulmonares, por exemplo. 

Este tipo de sedação é feito por medicamentos, como os utilizados na anestesia geral, e por isso é reversível. Assim, o efeito destes remédios é interrompido quando a pessoa já recuperou completamente ou quando o médico precisa avaliar o processo de melhora do paciente.

Quando é preciso o coma induzido

Quando é necessário

O coma induzido é um tipo de sono profundo provocado por medicamentos sedativos, e são necessários quando o paciente tem um quadro de saúde muito grave ou delicado, como:

  • Traumatismo craniano, causado por acidentes ou quedas;
  • Doença neurológica grave, como um grande AVC, meningite ou tumor cerebral;
  • Crise epiléptica que não melhora com medicamentos;
  • Doença cardíaca grave, devido a infarto, insuficiência do coração ou arritmias, por exemplo;
  • Insuficiência grave dos pulmões, causada por pneumonia, enfisema ou câncer, por exemplo;
  • Após uma cirurgia complicada, como a cirurgia cerebral, cardíaca ou após algum acidente grave;
  • Dor que não melhora com medicamentos, como em grandes queimaduras ou câncer avançado.

Nestes casos, o coma é induzido para que o cérebro e corpo tenham maiores chances de se recuperar, já que o organismo vai poupar energia por não estar ativo, além de que e a pessoa não sentirá dores ou desconfortos por causa da condição grave.

Como é feito e quanto tempo dura 

O coma induzido é provocado por medicamentos como midazolam ou propofol, administrados em doses controladas, que são injetados na veia, geralmente na UTI, e pode durar por horas, dias ou semanas, até que seja interrompido devido a melhora do quadro clínico do paciente ou para realizar avaliação clínica pelo médico.

Quando está em coma profundo, a pessoa não está consciente, e, portanto, não sente, não se mexe e não ouve, por exemplo. Entretanto, existem vários níveis de sedação, a depender da dose do medicamento, e, quando há uma sedação mais superficial, a pessoa pode se mexer ou interagir, como se estivesse sonolenta.  

A recuperação do paciente depende de cada caso, portanto, se a pessoa irá sobreviver ou ter sequelas, depende da gravidade e das condições de saúde, influenciadas por questões como idade, condições de nutrição, uso de medicamentos e gravidade da doença. 

Possíveis riscos

Como a sedação é realizada por medicamentos anestésicos, algumas complicações podem acontecer, como:

  • Alergia ao princípio ativo da medicação;
  • Redução dos batimentos cardíacos;
  • Parada respiratória.

Estas complicações são evitadas com a monitorização contínua dos dados vitais do paciente e, além disto, o quadro de saúde de um paciente que precisa do coma induzido é mais grave e pode causar mais riscos à saúde do que a sedação.

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