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Hepatite Fulminante: sintomas, causas e tratamento

A hepatite fulminante, também conhecida como falência hepática fulminante ou hepatite aguda grave, corresponde à inflamação grave do fígado que pode levar a pessoa à óbito em poucos dias.

Os sintomas da hepatite fulminante são semelhantes aos das outras hepatite, no entanto que a diferencia da hepatite aguda é o fato da urina da pessoa ser escura constantemente. Devido à rapidez com que acontece o comprometimento do fígado, é importante que o diagnóstico seja feito rapidamente para que o tratamento em internamento hospitalar possa ser iniciado.

Hepatite Fulminante: sintomas, causas e tratamento

Sintomas da Hepatite Fulminante

Os sintomas da hepatite fulminante podem se manifestar rapidamente, e em poucas horas a pessoa pode parecer muito debilitada. Os principais sinais e sintomas de hepatite fulminante são:

  • Urina escura;
  • Olhos e pele amarelados, situação chamada de icterícia;
  • Mal estar geral
  • Febre baixa;
  • Náuseas;
  • Dor no lado direito do abdômen;
  • Inchaço abdominal;
  • Perturbações no sono.

Quando a pessoa está muito comprometida o raciocínio pode ficar lento, sendo indicativo de estado avançado da doença. Para o diagnóstico da hepatite fulminante o médico deverá observar o paciente e solicitar exames laboratoriais e da biópsia do tecido hepático que permite detectar a gravidade das lesões e algumas vezes as causas da doença.

Hepatite fulminante tem cura?

A hepatite fulminante tem cura quando o diagnóstico é feito assim que surgem os primeiros sinais e sintomas da doença e o tratamento é iniciado logo a seguir. Nem sempre o tratamento medicamentoso é suficiente para recuperar as funções do fígado, sendo nesses casos indicado o transplante de fígado para que a pessoa possa alcançar a cura. Entenda como é feito o transplante de fígado.

Após o transplante, a pessoa pode apresentar uma sobrevida que varia de acordo com a causa da falência hepática entre outros aspectos como idade e comprometimento de outros órgãos como os rins, por exemplo.

Principais causas

A hepatite fulminante normalmente acontece como consequência de outras situações, sendo as principais:

  •  Complicação de hepatites A e B, apesar de menos frequente;
  •  Doenças auto-imunes como Síndrome de Reye e Doença de Wilson;
  •  Uso de medicamentos, na maioria das vezes como consequência da automedicação;
  •  Consumo de chás para emagrecimento em excesso e sem orientação;
  •  Falta de oxigênio nos tecidos hepáticos;
  •  Excesso de gordura no fígado durante a gravidez.

Quando alguma destas situações está presente, o fígado da pessoa pode ser gravemente afetado, deixando de ser capaz de filtrar o sangue para eliminar suas impurezas e de armazenar vitaminas e minerais. Como a função do fígado é essencial à vida, quando o órgão chega a este ponto a pessoa apresenta sintomas como pele e olhos amarelados, perda do apetite, náuseas, urina escura, perda de peso e inchaço abdominal. Quando o tratamento não é iniciado prontamente, o fígado deixa de converter a amônia em ureia e a doença progride afetando o cérebro, dando início a um quadro chamado encefalopatia hepática, que pode ser seguida de falha ou falência de outros órgãos como rins ou pulmão, e possível coma.

Como é o tratamento

O tratamento para hepatite fulminante é feito em meio hospitalar e consiste na toma de medicamentos para desintoxicar o fígado. É importante que a pessoa fique em jejum por um período e depois receba uma alimentação adequada, isenta de gorduras. Por vezes, a diálise para purificar o sangue é necessária.

Contudo, isto nem sempre é suficiente para curar a hepatite fulminante, já que muitas vezes a inflamação hepática é extensa e não há chance de reversão. Assim, pode ser recomendada a realização de transplante de fígado, devendo o paciente ficar internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em fila de espera para o transplante, até que surja um doador compatível.

O tempo de espera na fila para o transplante depende da disponibilidade de órgão compatível, no entanto os pacientes com hepatite fulminante são reconhecidos como prioridade máxima, e passam a frente dos demais tendo a sua disposição o primeiro fígado compatível que surgir para transplante.

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