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9 formas de aliviar as cólicas no bebê

As cólicas no bebê são comuns, porém desconfortáveis, causando normalmente dor abdominal e choro constante. As cólicas podem ser sinal de várias situações, como ingestão de ar na hora de mamar ou tomar o leite na mamadeira, consumo de alimentos que produzem muitos gases ou intolerância a algum alimento ou componente, por exemplo.

Para aliviar as cólicas, pode-se fazer uma compressa de água morna na barriga do bebê, massagear a barriga com movimentos circulares e colocar o bebê para arrotar depois de cada mamada. Caso as cólicas não passem, é importante consultar o pediatra para que possa ser indicado algum medicamento que alivie as dores.

9 formas de aliviar as cólicas no bebê

Como aliviar as cólicas do bebê

Para aliviar as cólicas do bebê, que são muito comuns a partir da segunda semana de vida, devido à imaturidade do intestino, pode-se seguir algumas dicas, como:

  1. Massagear a barriguinha do bebê com movimentos circulares, com o auxílio de um óleo infantil ou creme hidratante.;
  2. Aquecer o abdômen com uma bolsa de água quente, tendo cuidado para não deixar muito quente, de forma a evitar queimaduras;
  3. Com o bebê deitado de barriga para cima, empurrar as perninhas em direção ao abdômen, de forma a comprimir ligeiramente a barriga;
  4. Fazer movimentos de bicicleta com as perninhas do bebê;
  5. Colocar o bebê para arrotar depois de cada mamada;
  6. Dar um banho morno no bebê;
  7. Colocar o bebê em contato com a pele de um dos pais;
  8. Preferir amamentar o bebê em vez de dar a mamadeira;
  9. Usar medicamentos que estimulem a liberação dos gases, como a simeticona em gotas, mas apenas se for recomendado pelo médico. Veja o exemplo de um remédio para bebê com simeticona, e saiba como usar.

Estas técnicas podem ser usadas em combinação ou isoladamente, até que se encontre a que funciona melhor para aliviar as cólicas do bebê. Quando o bebê sente cólicas é normal ele chorar muito. Assim, se ele estiver muito irritado, é importante acalmá-lo primeiro, dando colo e, só depois, fazer as técnicas indicadas para libertar os gases de forma natural.

Se o bebê estiver a ser alimentado por um leite adaptado, uma boa alternativa é substituir o leite por outro que não cause tantas cólicas, que pode ser enriquecido com probióticos. Porém, antes de decidir substituir o leite, deve-se falar primeiro com o pediatra, já que existem muitas alternativas no mercado. Saiba como escolher o melhor leite para o bebê.

Remédio caseiro para cólicas no bebê

Um ótimo remédio caseiro para cuidar das cólicas do bebê que já não mama no peito é dar pequenas doses de chá de camomila e erva-doce, pois estas plantas medicinais possuem efeito antiespasmódico, que alivia as cólicas e diminui a produção de gases.

No caso de bebês que mamam exclusivamente no peito, a melhor solução pode ser a mãe beber estes chás, pois eles passam através do leite, podendo aliviar as cólicas no bebê.

Para fazer o chá, basta colocar 1 colher (de chá) de camomila e outra de erva-doce em uma xícara com água fervente, deixar esfriar e depois coar e dar para o bebê. Veja outra opção de remédio caseiro que ajuda a aliviar as cólicas no bebê.

9 formas de aliviar as cólicas no bebê

Principais causas de cólica no bebê

A principal causa de cólicas nos bebês é o fato de seu aparelho digestivo ainda ser imaturo, o que acontece até cerca dos 6 meses, no entanto, as cólicas também podem surgir devido a:

1. Ingestão de ar

Normalmente, enquanto o bebê mama, especialmente quando não pega corretamente na mama ou mamadeira ou mesmo quando chora muito, aumenta a ingestão de ar, agravando a chance de ter cólicas e, isso ocorre porque o bebê ainda não coordena a respiração com a capacidade de engolir. 

Além disso, caso o bebé esteja com o nariz tapado, devido a má pega ou gripe e resfriado, é natural aumentar a quantidade de ar que ingerir, aumentando o risco de ter cólicas. Veja como fazer uma pega correta.

2. Intolerância à lactose

A intolerância à lactose é um problema que causa sintomas como diarreia, dor e inchaço na barriga e gases, que geralmente surgem entre 30 minutos a 2 horas depois de ingerir leite. 

Normalmente, a intolerância à lactose surge em crianças maiores, adolescentes e em adultos e, caso a mulher amamente também deverá evitar os alimentos que têm leite.

3. Alergia ao leite de vaca

A alergia à proteína do leite de vaca pode causar cólicas, além de lesões na pele, coceira, vômitos e diarreia, por exemplo e, normalmente, o diagnóstico dos casos de alergia ao leite de vaca ocorre no primeiro ano de vida da criança. Veja como saber se o bebê tem alergia ao leite.

Nestes casos, é importante dar à criança fórmulas hipoalergênicas ou não alérgicas, para evitar alergias, e se a mãe estiver a amamentar, deve excluir a ingestão do leite de vaca e seus derivados. 

4. Agitação

Os bebês quando expostas a ambientes ruidosos e agitados, podem ficar desconfortáveis e com medo, o que pode causar cólicas. 

5. Alimentação da mãe

A alimentação da mãe pode provocar cólicas no bebê, por isso, é importante estar atenta para tentar identificar os alimentos que provocam gases. Alguns dos alimentos mais conhecidos por provocar esse tipo de efeitos são:

  • Brócolis, couves, couve-flor, couve-de-bruxelas e alguns outros tipos de hortícolas da família das crucíferas;
  • Pimentos, pepino e nabo;
  • Feijão, grão, favas, lentilhas e ervilhas;
  • Chocolate.

Geralmente, os mesmos alimentos que provocam gases na mãe também são os que provocam no bebê e, por isso, para saber como o bebê está reagindo deve-se estar atento a alguns sinais após a mamada, como barriga inchada, choro, irritação ou dificuldade em dormir. Se estes sinais forem evidentes, a mãe deve reduzir a quantidade e fracionar entre as refeições o consumo destes alimentos, para aliviar as cólicas no bebê.

Porém, se mesmo assim o bebê continuar a apresentar cólicas, pode ser necessário deixar de consumir estes alimentos pelo menos nos primeiros 3 meses de amamentação, para depois voltar a introduzi-los mais tarde em pequenas quantidades, testando a reação do bebê.

Veja todas essas dicas no vídeo da nossa nutricionista:

Bibliografia >

  • INFARMED. Boletim de Faramcovigilância - Gravidez e utilização segura de fármacos. 2001. Disponível em: <http://www.infarmed.pt/documents/15786/1277078/bf5-2-2trim2001.pdf/f0c5c60a-fbe3-4655-b060-03e1fdf620bb?version=1.1>. Acesso em 25 Jul 2019
  • BRISTOL-MYERS SQUIBB FARMACÊUTICA LTDA. . BULA DO PROFISSIONAL DE SAÚDE - Luftal . 2016. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=23721312016&pIdAnexo=3942853>. Acesso em 03 Set 2019
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