Anoxia Cerebral: o que é, sintomas e tratamento

Revisão médica: Dr. Arthur Frazão
Oftalmologista
fevereiro 2022

A anoxia cerebral é uma condição caracterizada pela falta de oxigênio no cérebro, o que pode levar à morte de neurônios e resultar em danos cerebrais irreversíveis. A anoxia pode acontecer devido a uma hemorragia ou parada respiratória, por exemplo, e quanto mais tempo o cérebro fica sem receber oxigênio, mais graves são as consequências.

A gravidade da lesão também está relacionada com a região do cérebro que não tem suprimento de oxigênio. Como o sistema nervoso central dificilmente se regenera, as lesões poderão ser permanentes.

Sintomas da anoxia cerebral

Devido à falta de oxigênio no cérebro, as células neuronais começam a morrer, o que pode levar a danos cerebrais irreversíveis, podendo levar a pessoa ao coma e, até mesmo, morte cerebral. Quando mais tempo o cérebro ficar sem receber oxigênio, pior são as consequências. Por isso, é importante ficar atento aos sinais indicativos de anoxia cerebral:

  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Dificuldade para respirar;
  • Perda de consciência;
  • Tontura;
  • Confusão mental;
  • Coloração azul dos lábios ou das unhas;
  • Tremores;
  • Inconsciência.

A anoxia cerebral pode acontecer logo após o nascimento, sendo uma das principais causas de asfixia neonatal. A falta de oxigênio no cérebro também pode acontecer em pessoa mais velhas, principalmente naquelas que possuem maior risco de ataque cardíaco ou Acidente Vascular Cerebral (AVC). Veja como identificar e tratar o AVC.

Como é feito o tratamento

O principal objetivo do tratamento para a anoxia cerebral é restaurar os níveis de oxigênio no cérebro. Além disso, diversos estudos com células tronco embrionárias têm sido realizados e afirmam que é possível reverter algumas das consequências da anoxia cerebral, no entanto ainda são necessários outros estudos para que a terapia com células tronco embrionárias seja alternativa para esse tipo de condição. Veja como é feito o tratamento com células tronco.

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Atualizado por Manuel Reis - Enfermeiro, em fevereiro de 2022. Revisão médica por Dr. Arthur Frazão - Oftalmologista, em fevereiro de 2016.
Revisão médica:
Dr. Arthur Frazão
Clínico geral
Médico generalista, especialista em Oftalmologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em 2008, com registro profissional no CRM/PE 16878