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Sinais de Kernig, Brudzinski e Lasègue: o que são e para que servem

Janeiro 2020

Os sinais de Kernig, Brudzinski e de Lasègue são sinais que o corpo dá quando são realizados determinados movimentos, que permitem detetar uma meningite e, por isso, são utilizados por profissionais de saúde para auxiliar no diagnóstico da doença. 

A meningite caracteriza-se por uma inflamação grave das meninges, que são membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, que pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, levando ao surgimento de sintomas como dor de cabeça intensa, febre, náuseas e rigidez do pescoço. Saiba identificar os sintomas de meningite.

Sinais de Kernig, Brudzinski e Lasègue: o que são e para que servem

Como detetar os sinais meníngeos

Os sinais meníngeos devem ser pesquisados por um profissional de saúde, sendo executados da seguinte forma:

1. Sinal de Kernig

Com a pessoa em decúbito dorsal (deitada de barriga para cima), o profissional de saúde segura a coxa do paciente, fletindo-a sobre o quadril e depois esticando-a para cima, enquanto a outra se mantém esticada e depois faz o mesmo com a outra perna.

Se no movimento em que a perna é esticada para cima, ocorrer a flexão involuntária da cabeça ou a pessoa sentir dor ou limitações para executar este movimento, pode significar que tem meningite.

2. Sinal de Brudzinski

Também com a pessoa em decúbito dorsal, com os braços e pernas esticadas, o profissional de saúde deve colocar uma mão no peito e com a outra tentar fletir a cabeça da pessoa em direção ao peito.

Se ao realizar este movimento, ocorrer a flexão involuntária das pernas e, em alguns casos, dor, pode significar que a pessoa tem meningite, o que se deve à compressão nervosa causada pela doença.

3. Sinal de Lasègue

Com a pessoa em decúbito dorsal e os braços e pernas esticadas, o profissional de saúde realiza a flexão da coxa sobre a bacia,

O sinal é positivo se a pessoa sentir uma dor na face posterior do membro que está a ser examinado (atrás da perna).

Estes sinais são positivos a determinados movimentos, devido aos processos inflamatórios característicos da meningite, que levam à ocorrência de espasmos dos músculos paravertebrais, sendo, por isso, um bom meio de diagnóstico. Além da pesquisa destes sinais, o médico também avalia os sintomas presentes e relatados pela pessoa, como dor de cabeça, rigidez da nuca, sensibilidade ao sol, febre, náuseas e vômitos.

Bibliografia >

  • GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ IR PARA O CONTEÚDO IR PARA A NAVEGAÇÃO MAPA DO SITE ACESSIBILIDADE CONTRASTE A+ A TRANSPARÊNCIA SECRETARIA DA SAÚDE. (DVVTR - AGRAVOS EPIDEMIOLÓGICOS) DOENÇA MENINGOCÓCICA. Disponível em: <http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/print.php?conteudo=517>. Acesso em 20 Jan 2020
  • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Informações Técnicas. Disponível em: <http://www.saude.gov.br/artigos/935-saude-de-a-a-z/meningites/11337-informacoes-tecnicas>. Acesso em 20 Jan 2020
  • ALAMBERT, Paulo. Sinais Meningorradiculares - Reações musculares patológicas. 2014. Disponível em: <https://pt.slideshare.net/pauaualambert/sinais-meningorradiculares>.
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