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Radiofrequência: para que serve, como é feita e possíveis riscos

A radiofrequência é um tratamento estético utilizado no combate à flacidez do rosto ou do corpo, sendo muito eficaz para eliminar rugas, linhas de expressão e até mesmo a gordura localizada e também a celulite, sendo um método seguro com efeitos duradouros.

O aparelho de radiofrequência eleva a temperatura da pele e do músculo, promovendo a contração do colágeno e favorecendo a produção de mais fibras de colágeno e elastina, dando mais sustentação e firmeza à pele. Os resultados podem ser observados nos primeiros dias logo após a primeira sessão e o resultado é progressivo, e por isso, quantos mais sessões, a pessoa fizer, maiores e melhores serão os resultados.

Radiofrequência: para que serve, como é feita e possíveis riscos

Para que serve

A radiofrequência é um procedimento estético que ajuda a melhorar a firmeza e aparência da pele, podendo ser indicada para diversas situações, sendo as principais:

  • Diminuir as rugas;
  • Melhorar a aparência da pele;
  • Melhorar a qualidade do colágeno e da elastina;
  • Reorganizar as fibras de colágeno e elastina;
  • Melhorar a microcirculação;
  • Melhorar a hidratação da pele;
  • Aumentar a oxigenação;
  • Acelerar a eliminação de toxinas;
  • Reduzir celulite;
  • Combater estrias e fibroses;
  • Melhorar a aparência das cicatrizes;
  • Combater a gordura localizada na barriga, culote, flancos, braços, papada;
  • Combater a flacidez em qualquer área do corpo;
  • Combater a celulite por melhorar a firmeza da pele e queimar a gordura local.

É importante que a pessoa consulte o esteticista ou fisioterapeuta especializado em radiofrequência ou o dermatologista para que seja verificada a indicação do tratamento e a quantidade de sessões a serem realizadas.

Radiofrequência: para que serve, como é feita e possíveis riscos

Como é feita

A radiofrequência é um procedimento simples que deve ser realizado por um profissional capacitado, que aplica um gel específico sobre a área a ser tratada e depois o equipamento de radiofrequência é deslizado no local com movimentos circulares, isso favorece o aquecimento das fibras elásticas e de colágeno, o que promove maior firmeza e elasticidade à pele.

Além disso, como consequência dos movimentos e aquecimento da região, é possível também estimular a ativação dos fibroblastos, que são células responsáveis pela produção de colágeno e elastina. Após o tratamento, o gel aplicado deve ser retirado e a região deve ser limpada.

No caso da radiofrequência fracionada, que é o tratamento mais indicado para eliminar as rugas e linhas de expressão da face, o procedimento é ligeiramente diferente, porque o aparelho não desliza sobre a pele, mas são emitidos pequenos jatos, como se fosse um laser em pequenas áreas do rosto.

O número de sessões de radiofrequência a fazer vai depender dos objetivos da paciente mas os resultados podem ser sutilmente observados logo na primeira sessão:

  • Radiofrequência no rosto: No caso das linhas de expressão, elas podem desaparecer logo no primeiro dia e nas rugas mais espessas, a partir da 5ª sessão haverá uma grande diferença. Quem optar pela radiofrequência fracionada deve realizar cerca de 3 sessões. Veja mais detalhes sobre a radiofrequência no rosto.
  • Radiofrequência no corpo: Quando o objetivo é eliminar gordura localizada e tratar a celulite, dependendo da sua graduação, de 7 a 10 sessões serão necessárias.

Apesar de ser um tratamento estético um pouco dispendioso, possui menos riscos que uma cirurgia plástica, os seus resultados são progressivos e duradouros e a pessoa pode voltar à rotina normal logo em seguida. Recomenda-se um intervalo mínimo de 15 dias entre cada sessão.

Quem não pode fazer

A radiofrequência é um procedimento seguro e com baixos riscos, no entanto não deve ser realizado em pessoas que não estão com a pele íntegra ou que possuam sinais e sintomas de infecção ou inflamação na área a ser tratada.

Além disso, não é recomendado para mulheres grávidas, pessoas que possuem hipertensão ou pessoas que possuem alterações relacionadas com o aumento da produção de colágeno, como a queloide, por exemplo.

Possíveis riscos da radiofrequência

Os riscos da radiofrequência estão relacionados à possibilidade de queimadura na pele, pelo mau uso do equipamento. Como a radiofrequência eleva a temperatura local, o terapeuta deverá observar constantemente se a temperatura do local em tratamento não ultrapassa os 41ºC. Manter o equipamento sempre em movimentos circulares evita o sobreaquecimento de uma determinada região, diminuindo o risco de queimadura.

Um outro possível risco do tratamento é da pessoa não ficar satisfeita com o resultado por não ter expectativas realistas e cabe ao terapeuta informar sobre o efeito do equipamento no corpo. Pessoas com mais idade e que possuem muitas rugas na face e uma pele muito flácida poderão ficar novamente com um rosto mais jovem, com menos rugas, mas será necessário realizar um maior número de sessões.

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Bibliografia

  • TAGLIOLATTO, Sandra. Radiofrequência: método não invasivo para tratamento da flacidez cutânea e contorno corporal. Surg Cosmet Dermatol. Vol 7. 4 ed; 332-338, 2015
  • VIEIRA, Giovanna de Simone K. Importância da radiofrequência em tratamentos estéticos: revisão da literatura. Trabalho de especialização, 2016. Pontifícia Universidade Católica de Goiás - Departamento de Fisioterapia.
  • CAVALERI, Tainah; SILVA Juliana S.; DIAS, Camila et al. Benefícios da radiofrequência na estética. Revista Gestão em Foco. 211-239,
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