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Indicações e Efeitos Colaterais da Duloxetina (Cymbalta)

O Cymbalta contém duloxetina na composição, que está indicada para o tratamento do transtorno depressivo maior, dor neuropática periférica diabética, fibromialgia em pacientes com ou sem transtorno depressivo maior, estados de dor crônica associados à dor lombar crônica ou à osteoartrite do joelho e no transtorno de ansiedade generalizada.

Este remédio pode ser comprado em farmácias por um preço de cerca de 50 a 200 reais, dependendo da dose e da dimensão de embalagem, sendo necessária a apresentação de uma receita médica.

Indicações e Efeitos Colaterais da Duloxetina (Cymbalta)

Para que serve

O Cymbalta é um remédio indicado para o tratamento de:

  • Transtorno depressivo maior;
  • Dor neuropática periférica diabética;
  • Fibromialgia em pessoas com ou sem transtorno depressivo maior;
  • Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica ou à osteoartrite de joelho;
  • Transtorno de ansiedade generalizada.

Saiba o que é e quais os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada.

Como usar

A posologia deve ser determinada pelo médico e depende do tratamento que se pretende realizar. Geralmente, as doses recomendadas são as seguintes:

1. Transtorno depressivo maior

A dose inicial recomendada é de 60 mg, uma vez ao dia. Em alguns casos, pode-se iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que a pessoa se adapte ao medicamento, antes de aumentar para 60 mg. Em alguns casos, a dose pode ser aumentada para 120 mg por dia, administrada em duas tomadas diárias, mas esta é a dose máxima e, por isso, não deve ser excedida.

Os episódios agudos do transtorno depressivo maior necessitam de uma terapia farmacológica de manutenção, de uma dose de 60 mg, geralmente por vários meses ou mais longa.

2. Dor neuropática periférica diabética

O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, uma vez ao dia, no entanto, para pacientes cuja tolerabilidade seja uma preocupação, pode ser considerada uma dose mais baixa.

3. Fibromialgia

O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, uma vez ao dia. Em alguns casos, pode ser necessário iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, para que a pessoa se adapte ao medicamento, antes de aumentar a dose para 60 mg.

4. Dor crônica associados à dor lombar crônica ou à osteoartrite de joelho

O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, uma vez ao dia, no entanto, em alguns casos, pode ser necessário iniciar o tratamento com a dose de 30 mg por dia, durante uma semana, para facilitar a adaptação ao medicamento, antes de aumentar a dose. Em alguns casos, a dose pode ser aumentada para 120 mg por dia, em duas tomadas diárias, mas esta é a dose máxima e, por isso, não deve ser excedida.

5. Transtorno de ansiedade generalizada

A dose inicial recomendada é de 60 mg, uma vez ao dia, sendo que em alguns casos pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir a adaptação ao medicamento, antes de aumentar a dose para 60 mg. Nos casos em que a decisão tomada seja de aumentar a dose acima de 60 mg, deve-se fazer em incrementos de 30 mg, uma vez ao dia, até ao máximo de 120 mg.

O transtorno de ansiedade generalizada requer tum tratamento por vários meses ou até tratamentos mais longos. O medicamento deve ser administrado numa dose de 60 a 120 mg, uma vez ao dia.

Quem não deve usar

O Cymbalta não deve ser usado por pessoas com hipersensibilidade conhecida à duloxetina ou a qualquer um dos seus excipientes, e também não deve ser administrado simultaneamente com inibidores da monoaminoxidase.

Além disso, também não deve ser usado por grávidas ou lactantes.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns que se podem manifestar durante o tratamento com Cymbalta são boca seca, náusea, dor de cabeça.

Também podem ocorrer palpitações, zumbido no ouvido, visão borrada, prisão de ventre, diarreia, vômito, má digestão, dor abdominal, excesso de gases, fadiga, diminuição do apetite e do peso, hipertensão, espasmos e rigidez muscular, dor musculoesquelética, tontura, sonolência, tremor, parestesia, insônia, diminuição do desejo sexual, ansiedade, agitação, sonhos anormais, alteração da frequência urinária, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, dor orofaríngea, hiperidrose, suores noturnos, coceira e rubor. 

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