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Trombofilia na Gravidez: sintomas e tratamento

A trombofilia caracteriza-se por uma propensão para a formação de coágulos de sangue, que pode levar à ocorrência de uma trombose, AVC ou embolia pulmonar, por exemplo. Isto acontece porque as enzimas do sangue responsáveis pela coagulação deixam de funcionar corretamente, o que pode ser causado por diversos fatores, sendo um deles a gravidez.

A gravidez é um fator de risco para o desenvolvimento de eventos tromboembólicos, podendo causar sintomas como inchaço, alterações na pele, desprendimento placentário, pré-eclâmpsia, alterações no crescimento fetal, ocorrência de um parto prematuro ou mesmo de um aborto espontâneo.

Assim, é importante realizar um tratamento adequado para evitar a ocorrência de complicações durante a gravidez e prevenir a hemorragia no parto. Saiba mais sobre a trombofilia.

Trombofilia na Gravidez: sintomas e tratamento

Possíveis sinais e sintomas

Alguns dos sinais e sintomas que podem ocorrer em grávidas com trombofilia são inchaço, alterações na pele, desprendimento placentário, pré-eclâmpsia, alterações no crescimento fetal, ocorrência de um parto prematuro ou mesmo de um aborto espontâneo.

Quais as causas

A gravidez induz um estado fisiológico de hipercoagulabilidade e hipofibrinólise, que, geralmente, protege a mulher grávida da hemorragia associada ao parto, no entanto este mecanismo pode contribuir para desenvolver uma trombofilias, que aumenta o risco da ocorrência de uma trombose venosa e de complicações obstétricas.

O risco de trombose em mulheres grávidas é 5 a 6 vezes maior que em mulheres não grávidas, no entanto, existem outros fatores que aumentam a probabilidade de desenvolver uma trombose relacionada com a gravidez, como ter antecedentes de trombose venosa, ter uma idade materna avançada, sofrer de obesidade, ou sofrer de algum tipo de imobilização, por exemplo. 

Como é feito o tratamento

Geralmente, o tratamento e prevenção do tromboembolismo venoso na gravidez consiste na administração de aspirina numa dose de 80 a 100mg/dia, que atua inibindo a agregação plaquetária. Embora este medicamento seja contra-indicado durante a gravidez, principalmente no último trimestre, já que apresenta risco para o bebê, os benefícios do seu uso superam os potenciais riscos.

Além disso, a heparina injetável como a enoxaparina, é um anticoagulante muito utilizado para a trombofilia na gravidez, e é um medicamento seguro porque que não atravessa a barreira placentária. A enoxaparina deve ser administrada diariamente, por via subcutânea, podendo ser aplicada pela própria pessoa.

O tratamento deve ser realizado mesmo após o parto, durante cerca de 6 semanas.

Quando se deve realizar o diagnóstico

Até o momento, considera-se que não se justifica realizar o diagnóstico em todas as mulheres que pretendam engravidar, sendo que a triagem é seletiva e baseada na história pessoal e familiar de trombose bem como da história reprodutiva, como a ocorrência de perda gestacional recorrente, pré-eclâmpsia grave de início precoce ou crescimento fetal insuficiente, por exemplo.

Além disso, mulheres que possuam algum tipo de imobilidade, tenham idade superior a 35 anos, tenham um IMC superior a 30 e usem o cigarro com frequência, por exemplo, têm um maior risco de sofrer de trombofilia na gravidez e por isso devem também realizar o diagnóstico.

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