7 principais sintomas de rubéola

A rubéola é uma doença infecciosa altamente contagiosa e cujos sintomas podem surgir cerca de 17 dias após a infecção pelo vírus responsável pela doença. A infecção acontece com mais frequência em crianças e os sintomas costumam surgir inicialmente no rosto e atrás da orelha e depois espalha-se para todo o corpo.

Os primeiros sintomas da rubéola podem ser confundidos com a gripe, já que são sintomas mais gerais, no entanto evoluem rapidamente, sendo importante que o médico seja consultado. Os principais sintomas de rubéola são:

  1. Febre até 38ºC;
  2. Secreção nasal, tosse e espirros;
  3. Dor de cabeça;
  4. Mal estar;
  5. Gânglios aumentados, especialmente próximos ao pescoço;
  6. Conjuntivite;
  7. Manchas vermelhas na pele que causam coceira.

A fase de maior risco de contágio envolve os 7 dias que antecedem o início do surgimento das manchinhas na pele e duram até 7 dias após terem surgido.

Os sintomas da rubéola durante a gravidez e nos bebês que foram contaminados após o nascimento são os mesmos observados em qualquer fase da vida. No entanto, quando a mãe é infectada durante a gestação, o bebê pode ser gravemente afetado. Saiba mais sobre a rubéola na gravidez.

7 principais sintomas de rubéola

Como saber se é rubéola

O diagnóstico inicial da rubéola é feito a partir da observação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa, além de ser solicitada a realização de exame de sangue para verificar a presença de antígenos ou de anticorpos formados contra o Rubivírus, causador da Rubéola, sendo o exame conhecido como IgG para rubéola.

Esse exame, além de permitir saber se a pessoa está infectado pelo vírus da rubéola, também ajuda a saber se a pessoa foi imunizada ou não contra esse vírus, sendo importante que seja realizado juntamente com a dosagem de IgM para rubéola. Conheça mais sobre o exame de IgG para rubéola.

Como é feito o tratamento

O tratamento para rubéola deve ser feito de acordo com a orientação do médico e tem como objetivo promover o alívio dos sintomas, podendo ser indicado o uso de remédios analgésicos, repouso e hidratação para que a pessoa se recupere mais rápido, além de ser importante que fique isolado para evitar a transmissão da doença para outras pessoas.

Crianças que nasceram com rubéola congênita, devem ser acompanhadas por uma equipe de médicos, porque existem diversas complicações que podem estar presentes. Assim, além do pediatra, as crianças devem ser vistas por especialistas e por fisioterapeutas que podem ajudar no seu desenvolvimento motor e cerebral. Veja mais detalhes do tratamento da rubéola.

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Bibliografia

  • MINISTÉRIO DA SAÚDE DO PARANÁ. Rubéola e síndrome da rubéola congênita. 2020. Disponível em: <https://www.saude.pr.gov.br/print/pdf/node/413>. Acesso em 29 Abr 2021
  • COMISSÃO DE SAÚDE PÚBLICA DE BOSTON. Rubéola. 2015. Disponível em: <https://www.bphc.org/whatwedo/infectious-diseases/Infectious-Diseases-A-to-Z/Documents/Fact%20Sheet%20Languages/Rubella/Portuguese.pdf>. Acesso em 29 Abr 2021
  • ORGANIZAÇÃO PAN AMERICANA DE SAÚDE. Semi-árido livre da Rubéola. Disponível em: <https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_docman&view=download&alias=731-semi-arido-livre-da-rubeola-1&category_slug=malaria-972&Itemid=965>. Acesso em 29 Abr 2021
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