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Sintomas da Doença de Lyme e como identificar

O sintoma mais comum da doença de Lyme em fase inicial é o aparecimento de uma mancha vermelha circular na pele, ao redor do local da picada do carrapato infectado, que vai aumentando de tamanho com o tempo e que pode atingir mais de 30 cm.

Esta doença não é grave, mas se não for tratada com antibióticos prescritos pelo médico, pode provocar complicações mais graves como meningite ou artrite, por exemplo, causando sintomas como dor de cabeça intensa e rigidez da nuca ou inchaço das articulações. Saiba mais sobre a Doença de Lyme.

Sintomas da Doença de Lyme e como identificar
Sintomas da Doença de Lyme e como identificar

Principais sintomas

Os sintomas da doença de Lyme são progressivos, sendo classificados em:

Sintomas iniciais

O sintomas iniciais da Doença de Lyme surgem entre 3 a 30 dias após a picada do carrapato infectado e incluem:

  1. Lesão e vermelhidão na pele no local da picada, parecido com um olho de boi, entre 2 a 30 cm que vai aumentando de tamanho com o tempo;
  2. Cansaço;
  3. Dor nos músculos, articulações e dor de cabeça;
  4. Febre e calafrios;
  5. Rigidez da nuca.

Quando se tem algum destes sintomas, especialmente juntamente com a mancha e vermelhidão na pele, é aconselhado consultar imediatamente um clínico geral para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento com os antibióticos.

Sintomas tardios

Os sintomas tardios da Doença de Lyme surgem quando o tratamento não é iniciado a tempo e estão relacionados com o aparecimento de complicações como:

  1. Artrite, principalmente no joelho, em que há dor e inchaço nas articulações;
  2. Sintomas neurológicos, como dormência e dor nos pés e nas mãos, paralisia dos músculos da face, falhas de memória e dificuldades de concentração;
  3. Meningite, que é caracterizada por dor de cabeça severa, rigidez da nuca e aumento da sensibilidade à luz;
  4. Problemas de coração, sendo notados devido a palpitações, falta de ar e desmaio.

Na presença destes sintomas, é recomendado ir ao hospital para receber o tratamento da doença e evitar o desenvolvimento das complicações que, quando não tratadas, podem levar à morte.

Sintomas da Doença de Lyme e como identificar

Causa da Doença de Lyme

A doença de Lyme é causada principalmente pela picada de carrapatos infectados pela bactéria Borrelia burgdorferi e que se alimentam de sangue humano, principalmente os carrapatos da espécie Ixodes ricinus. Para que essas espécies de carrapato consigam transmitir a doença para as pessoas, é preciso que fique agarrado na pessoa por pelo menos 24 horas.

Essa bactéria pode estar presente no sangue de diversos animais, como veados e ratos, por exemplo, e, quando o carrapato parasita esses animais, adquire a bactéria, podendo transmitir para outros animais e pessoas.

Exames que confirmam a doença de Lyme

A doença de Lyme pode ser detectada através de exames de sangue que podem ser feitos cerca de 3 a 6 semanas depois da pessoa ser mordida pelo carrapato, que é o tempo necessário para a infecção se desenvolver e aparecer nos exames.

Desta forma, os exames que podem ser utilizados para detectar a doença de Lyme incluem:

  • Exame ELISA: é um tipo de exame sorológico realizado com o objetivo de identificar anticorpos específicos produzidos pelo sistema imunológico contra a bactéria e, assim, verificar a concentração dessa bactéria no organismo;
  • Exame de Western Blotting: é um tipo de exame em que é utilizada uma pequena amostra de sangue para estudar as proteínas que os anticorpos usaram para combater a bactéria causadora da doença.

A Doença de Lyme é confirmada quando o resultado dos dois exames é positivo. Além disso, o médico pode solicitar a realização de hemograma e a dosagem da Porteína C reativa (PCR) para identificar que está havendo uma infecção.

Tratamento da Doença de Lyme

A Doença de Lyme é tratada com antibióticos prescritos pelo médico durante cerca de 2 a 4 semanas, sendo importante o paciente fazer o tratamento até ao fim, mesmo que já se esteja sentindo melhor. Nos casos graves, o paciente poderá ter que ficar internado para receber os antibióticos pela veia.

No caso da falta de tratamento ou tratamento ineficaz, podem surgir complicações, como artrite, por exemplo, sendo indicado realizar fisioterapia para diminuir as dores e recuperar a mobilidade, permitindo que consiga realizar normalmente as atividades diárias.

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