Medo de borboleta: o que é, sintomas, causas e tratamento

O medo de borboleta, conhecido cientificamente como motefobia, consiste num medo exagerado e irracional perante borboletas. Pessoas com este tipo de fobia podem desenvolver sintomas de pânico, enjoo ou ansiedade quando vêm imagens ou entram em contato com estes insetos, o que pode fazer com que a pessoa queira sair de casa para evitar este tipo de inseto, por exemplo.

Geralmente, pessoas com metofobia, têm repulsa às asas destes insetos, imaginando frequentemente o contacto das com a pele, dando a sensação de rastejar ou roçar.

Medo de borboleta: o que é, sintomas, causas e tratamento

Principais sintomas

Alguma pessoas com motefobia têm medo só de olhar para fotografias de borboletas, no entanto a maioria dos casos apresenta ansiedade profunda, nojo ou pânico apenas quando observa uma borboleta pessoalmente.

Além disso, podem ocorrer outros sintomas como:

  • Tremores;
  • Tentativa de fuga;
  • Choro;
  • Arrepios;
  • Agitação;
  • Transpiração intensa;
  • Palpitações;
  • Respiração ofegante.

Em casos mais graves, a pessoa pode recusar-se a sair de casa por medo de encontrar borboletas no caminho.

Maior parte das pessoas com medo de borboleta evitam passar por jardins, parques, jardins zoológicos, lojas de floristas ou locais onde existe maior probabilidade de encontrar borboletas.

O que causa a motefobia

Alguns pessoas com motefobia também têm tendência a ter medo de pássaros e outros insetos voadores, o que pode estar relacionado com o medo evolutivo que os humanos têm associado com animais que voam. Por isso, geralmente, pessoas que têm medo de borboletas têm também medo de outros insetos com asas.

Além disso, as borboletas e as traças tendem a existir em enxames, como acontece com as abelhas. Assim, por vezes, o medo de borboletas surge do trauma de uma experiência negativa ou traumática com esses insetos na infância.

Como é feito o tratamento

Por se tratar de uma fobia, o tratamento deve ser orientado por um psicólogo e/ou psiquiatra, que pode indicar medicamentos para ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade e pânico. As sessões de psicoterapia podem ser de exposição gradual ou de comportamento cognitivo, em que é ensinado a pessoa a mudar as ideias irracionais que tem sobre esse tipo de inseto e desenvolver ferramentas para gerar confiança em si própria e melhorar a qualidade de vida.

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