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Entenda porque o cigarro eletrônico pode fazer mal à saúde

O cigarro eletrônico é um dispositivo eletrônico com formato do cigarro que libera vapor com nicotina, permitindo inalar a substância como acontece no cigarro. No entanto, a maioria dos cigarros eletrônico não contém tantas substâncias tóxicas como o cigarro convencional.

Dessa forma, embora sejam muitas vezes utilizados para deixar de fumar, os cigarros eletrônicos não são a melhor forma, pois ainda contêm elevados de nicotina, a substância viciante do cigarro. Além disso, embora não contenham as mesmas substâncias tôxicas do cigarro, possuem outras substâncias químicas que também podem aumentar o risco de câncer, por exemplo.

Assim, a maior vantagem de fumar cigarro eletrônico consiste em permitir que o fumante possa fumar em locais públicos, já que não produz fumaça.

Entenda porque o cigarro eletrônico pode fazer mal à saúde

Preço do cigarro eletrônico

O preço do cigarro eletrônico varia entre os 50 e os 600 reais, dependendo da marca comprada. Algumas das marcas de cigarro eletrônico mais utilizadas incluem e-cigarretes, e-ciggy ou ecigar, por exemplo.

Principais riscos do cigarro eletrônico

Devido à presença de nicotina e outras substâncias químicas, que dão sabor, por exemplo, os cigarros eletrônicos possuem alguns riscos como:

  • Criação de um novo vício: este tipo de cigarro contém nicotina e, por isso, continua sendo viciante para o organismo, não ajudando a deixar de fumar;
  • Desenvolvimento de doenças cardíacas: muitas pessoas utilizam o cigarro eletrônico mais vezes que o cigarro convencional, o que pode aumentar os níveis de nicotina no organismo. O excesso de nicotina provoca lesões nos vasos sanguíneos, aumentando o risco de pressão alta e problemas no coração;
  • Facilidade em ter doenças no pulmão: alguns dos sabores usados nos cigarros eletrônicos possuem uma substância, conhecida como diacetilo, que aumenta o número de lesões nos pulmões;
  • Aumento do risco de desenvolvimento de câncer de bexiga: isso acontece porque 90% da nicotina inalada se acumula na urina e isso altera a mucosa interna da bexiga favorecendo as mutações das células que dão origem ao câncer.

Desta forma, e segundo a Anvisa, de acordo com as recomendações da OMS, a comercialização deste tipo de cigarro está proibida oficialmente em diário da república, por não estar cientificamente comprovada sua segurança para a saúde dos fumantes, embora o cigarro eletrônico seja permitido e muito popular em muitos países como Estados unidos, Canadá, Inglaterra e Israel.

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