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Afogamento secundário (a seco): o que é, sintomas e o que fazer

As expressões "afogamento secundário" ou "afogamento seco" são utilizadas popularmente para descrever situações em que a pessoa acaba falecendo depois de, algumas horas antes, ter passado por uma situação de quase afogamento. No entanto, estes termos não são reconhecidos pela comunidade médica.

Isso porque, se a pessoa passou por um episódio de quase afogamento, mas não apresenta qualquer tipo de sintomas e está respirando normalmente, não corre risco de morte e não deve ficar preocupada com o "afogamento secundário".

Porém, se a pessoa foi resgatada e mesmo assim, nas primeiras 8 horas, apresenta algum sintoma como tosse, dor de cabeça, sonolência ou dificuldade para respirar deve ser avaliada no hospital para garantir que não existe nenhuma inflamação das vias respiratórias que possa colocar a vida em risco.

Afogamento secundário (a seco): o que é, sintomas e o que fazer

Principais sintomas 

A pessoa que apresenta um "afogamento seco" pode estar respirando normalmente e conseguir falar ou comer, mas após algum tempo pode apresentar os seguintes sinais e sintomas:

  • Dor de cabeça;
  • Sonolência;
  • Cansaço excessivo;
  • Espuma saindo pela boca;
  • Dificuldade para respirar;
  • Dor no peito;
  • Tosse constante;
  • Dificuldade para falar ou se comunicar;
  • Confusão mental;
  • Febre.

Estes sinais e sintomas normalmente surgem até 8 horas depois do episódio de quase afogamento, que pode acontecer em praias, lagos, rios ou piscinas, mas que também pode surgir após a inspiração do próprio vômito.

O que fazer se suspeitar de afogamento secundário 

Em caso de quase afogamento é muito importante que a própria pessoa, familiares e amigos fiquem atentos ao aparecimento de sintomas durante as primeiras 8 horas.

Caso exista suspeita de "afogamento secundário" deve-se chamar o SAMU, ligando para o número 192, explicando o que está acontecendo ou levar a pessoa imediatamente para o hospital para que sejam realizados exames como o raio-x e oximetria para verificar a função respiratória.

Após o diagnóstico o médico pode receitar uso de máscara de oxigênio e medicamentos como Furosemida para facilitar a retirada de líquido dos pulmões. Nos casos mais graves, a pessoa pode precisar ficar internada para garantir a respiração com ajuda de aparelhos.

Saiba o que fazer em caso de afogamento com água e como evitar essa situação.

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