O que você precisa saber?

Síndrome de Proteus

A Síndrome de Proteus é uma doença genética rara que provoca o crescimento excessivo de ossos, pele e outros tecidos corporais, causando o surgimento de gigantismo de vários membros e órgãos, especialmente nos braços, pernas, crânio e medula espinhal.

Geralmente, os recém-nascidos com Síndrome de Proteus não apresentam sintomas da doença, sendo que os primeiros sinais começam a surgir por volta dos 6 a 18 meses de idade.

A Síndrome de Proteus não tem cura, mas algumas deformações podem ser corrigidas com cirurgias para melhorar a imagem corporal dos pacientes, evitando problemas psicológicos, como isolamento social ou depressão, por exemplo.

Fotos da Síndrome de Proteus

Síndrome de Proteus na mãoSíndrome de Proteus na mão
Síndrome de Proteus no péSíndrome de Proteus no pé

Como tratar a Síndrome de Proteus

Não existe um tratamento específico para o tratamento da Síndrome de Proteus, sendo que, normalmente, o médico procura controlar os sintomas da doença através de cirurgias e remédios específicos para cada um.

Assim, é necessário que o tratamento seja feito por uma equipe multidisciplinar de profissionais de saúde que pode incluir pediatra, ortopedista, cirurgião plástico, dermatologista, dentista, neurocirurgião e psicólogo, por exemplo.

Saiba mais sobre o tratamento em: Tratamento para Síndrome de Proteus.

Causas da Síndrome de Proteus

A Síndrome de Proteus é causada por uma mutação no gene ATK1 que surge espontaneamente durante o desenvolvimento do feto. Por isso, a Síndrome de Proteus não é hereditária, não passando de pais para filhos.

Sintomas da Síndrome de Proteus

Os principais sinais e sintomas da Síndrome de Proteus incluem:

  • Deformações nos braços, pernas, crânio e medula espinhal;
  • Assimetria corporal;
  • Dobras de pele excessiva;
  • Problemas na coluna;
  • Rosto mais longo;
  • Problemas cardíacos;
  • Verrugas e manchas cor de café com leite no corpo.

Além disso, alguns pacientes também podem apresentar outros sintomas como dificuldades intelectuais, crises convulsivas ou perda de visão. No entanto, na maioria dos casos, os pacientes desenvolvem normalmente as suas capacidades intelectuais, podendo ter uma vida normal.

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