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Óleo de prímula: para que serve e como usar

Agosto 2020

O óleo de prímula, também conhecido como óleo de onagra, é um suplemento que pode trazer benefícios para a pele, coração e sistema gastrointestinal devido ao seu alto teor de ácido gama linoleico. Para potencializar os seus efeitos, é recomendado que o óleo de prímula seja consumido juntamente com pequenas doses de vitamina E, melhorando a sua absorção.

Esse óleo é extraído das sementes da planta Oenothera biennis e pode ser encontrado em lojas de produtos naturais em forma de cápsulas ou óleo, devendo ser consumido de acordo com a orientação do médico ou fitoterapeuta.

Óleo de prímula: para que serve e como usar

Para que serve

O óleo de prímula é rico em ácido gama linoleico, também chamado de ômega-6, e por isso apresenta propriedade anti-inflamatória e estimuladora do sistema imunológico, podendo ser indicado em diversas situações, como:

  • Auxiliar no tratamento da hipertensão arterial;
  • Diminuir os níveis de colesterol circulantes;
  • Prevenir a ocorrência de trombose;
  • Prevenir doenças cardiovasculares;
  • Auxiliar no tratamento de problemas de pele, como acne, eczema, psoríase e dermatite;
  • Prevenir a queda de cabelo;
  • Aliviar os sintomas do Lúpus;
  • Auxiliar no tratamento de artrite reumatoide.

Além disso, o óleo de prímula é muito utilizado pelas mulheres com o objetivo de aliviar os sintomas da TPM e da menopausa, como cólicas, dores nos seios e irritabilidade, por exemplo.

Como usar

O uso do óleo de prímula deve ser consumido conforme a orientação médica e pode ser ingerido juntamente com água ou suco após as refeições. A quantidade e o tempo de uso desse óleo é determinado pelo médico de acordo com o objetivo do uso, no entanto no caso de ser usado com o objetivo de diminuir os sintomas da TPM, por exemplo, pode ser recomendado tomar 1 g de óleo de prímula por 60 dias e a partir do 61ª dia, tomar apenas 500 mg por dia durante 10 dias que antecedem a menstruação, por exemplo.

Efeitos colaterais e contraindicações

Normalmente o consumo de óleo de prímula não causa efeitos colaterais, mas algumas pessoas podem relatar dor de cabeça, dor abdominal, vômito ou diarreia, por exemplo. Esse óleo é contraindicado em pessoas que possuem alergia às plantas da família das onagráceas, como a prímula, ou ao ácido gama-linolênico.

Além disso, é importante ter atenção quanto ao uso do óleo de prímula juntamente com medicamentos para tratamento de doenças mentais, como a cloropromazina, tioridazina, trifluoperazina e flufenazina, por exemplo, porque pode haver aumento do risco de convulsões.

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