A pílula do dia seguinte pode ser encontrada nas farmácias com mais de um nome comercial. Os mais comuns no Brasil costumam ser os que têm levonorgestrel, como Postinor, Pilem, Pozato, Diad, Minipil2-Post, Neodia,Pevyol, Previdez 2, Saya, Poslov e Nogravide.
Em geral, essas pílulas de emergência devem ser tomadas o quanto antes após a relação desprotegida, de preferência nas primeiras 72 horas. Elas podem vir em dose única de 1,5 mg ou em 2 comprimidos de 0,75 mg. O modo de usar deve seguir a bula e, sempre que possível, a orientação de um profissional de saúde. Saiba mais sobre as pílulas do dia seguinte e como funcionam.
Existe ainda a pílula com acetato de ulipristal, conhecida comercialmente como Ellaone, que pode manter eficácia por até 5 dias (120 horas) após a relação, sendo uma alternativa em alguns casos.
O principal efeito dessas pílulas é atrasar ou impedir a ovulação, reduzindo as chances de gravidez. Mesmo assim, a eficácia não é de 100% e diminui quanto maior for o tempo entre a relação e o uso do medicamento. Além disso, esse método não protege contra infecções sexualmente transmissíveis e não deve substituir um método anticoncepcional de uso regular, como o preservativo.
Sempre que precisar tomar a pílula do dia seguinte, é recomendado que procure um ginecologista para confirmar a necessidade do uso, tirar dúvidas e escolher um método contraceptivo mais adequado para o dia a dia, de forma a evitar o uso repetitivo da pílula de emergência.