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O que é Esclerose Múltipla, tipos, sintomas e tratamento

A esclerose múltipla (EM) é uma doença crônica auto-imune em que o sistema imunológico atua contra o próprio organismo, levando à degradação da bainha de mielina que reveste os neurônios e, consequentemente, comprometendo o funcionamento do sistema nervoso.

A EM manifesta-se em surtos, pode ser de evolução com recidiva ou progressiva e possui como principais sintomas a fraqueza muscular, depressão, fadiga e incontinência urinária ou fecal devido à perda do controle dos movimentos.

Na esclerose múltipla as camadas de mielina que recobrem e isolam as fibras nervosas são destruídas, prejudicando a transmissão das mensagens que controlam os movimentos conscientes e inconscientes do organismo como falar, andar, ou mesmo respirar e que, a longo prazo, leva à invalidez.

O que é Esclerose Múltipla, tipos, sintomas e tratamento

Tipos de esclerose múltipla 

A esclerose múltipla pode ser classificada em 3 tipos de acordo com a manifestação da doença:

  • Esclerose múltipla surto-remissão: É forma mais comum da doença, sendo mais frequente em pessoas com menos de 40 anos de idade. Esse tipo de esclerose múltipla acontece em surtos, em que os sintomas aparecem de repente e desaparecem em seguida. Os surtos acontecem com intervalos de meses ou anos e duram menos de 24 horas;
  • Esclerose múltipla progressiva primária: Nesse tipo de esclerose múltipla, os sintomas evoluem de forma lenta e progressiva, sem que haja surtos. A esclerose múltipla propriamente progressiva é mais comum em pessoas com mais de 40 anos e é considerada como a forma mais grave da doença;
  • Esclerose múltipla progressiva secundária: É uma consequência da esclerose múltipla surto-remissão, em que há o acúmulo dos sintomas ocorridos ao longo do tempo, sendo difícil a recuperação dos movimentos e levando ao aumento progressivo das incapacidades. 

Sintomas da esclerose múltipla

Os sintomas da esclerose múltipla podem aparecer de repente ou parecer tão comuns que a pessoa nem percebe. Se acha que pode estar com a doença, selecione o que está sentindo, para saber qual o seu risco:

  1. 1. Falta de força nos braços ou dificuldade para caminhar
    Sim
    Não
  2. 2. Formigamento recorrente nos braços ou pernas
    Sim
    Não
  3. 3. Dificuldade para coordenar os movimentos
    Sim
    Não
  4. 4. Dificuldade para segurar a urina ou as fezes
    Sim
    Não
  5. 5. Perda de memória ou dificuldade para se concentrar
    Sim
    Não
  6. 6. Dificuldade para enxergar ou visão embaçada
    Sim
    Não
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Estes sintomas podem ser agravados quando se está exposto ao calor ou se tem febre, podendo reduzir espontaneamente quando a temperatura volta ao normal.

Como identificar

O diagnóstico da esclerose múltipla é feito por um neurologista baseado nos sintomas apresentados pela pessoa. Além disso, o médico pode solicitar exames de imagem para confirmar o diagnóstico, como a ressonância magnética, por exemplo, em que pode ser verificada a degradação da bainha de mielina. Saiba para que serve e como é feita a ressonância magnética.

Como é feito o tratamento

O tratamento da esclerose múltipla é feito por meio de medicamentos e sessões de fisioterapia. Os medicamentos devem ser indicados pelo médico e têm como objetivo evitar a progressão da doença, diminuir o tempo e a intensidade das crises e controlar os sintomas, podendo ser indicado pelo neurologista o uso de Interferon, Acetato de Glatirâmer, Imunoglobulinas, corticoides e analgésicos.

A fisioterapia é importante para a pessoa com EM porque permite que os músculos sejam ativados, evitando a atrofia. A fisioterapia para a esclerose múltipla consiste na realização de exercícios de alongamento e fortalecimento muscular. Além disso, quando a pessoa se encontra em crise, é importante ficar em repouso. Saiba mais sobre o tratamento para a esclerose múltipla.

Assista o vídeo seguinte e veja os exercícios que pode fazer para se sentir melhor:

Esclerose múltipla tem cura?

A esclerose múltipla não tem cura e o seu tratamento deve ser realizado por toda vida.

O prognóstico da esclerose múltipla é de que a pessoa acabe apresentando incapacidade neurológica progressiva e que cerca de 25 anos após o diagnóstico da doença, 80% destes pacientes se tornem totalmente dependentes de outros para realizar suas tarefas. No entanto, a medicina tem tido grandes avanços nesta área, havendo muitos casos de pessoas diagnosticadas com a doença a mais de 20 anos e que não apresentam qualquer tipo de dependência.

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