Sentir o corpo constantemente cansado, enfrentar noites de sono mal dormidas ou sofrer com tensões musculares persistentes são sinais de que seu organismo pode estar carente de um mineral essencial. O magnésio participa de mais de 300 reações vitais, mas nem todas as suas formas são absorvidas da mesma maneira pelo nosso sistema digestivo. O bisglicinato de magnésio surge como uma solução inteligente e gentil, prometendo alta biodisponibilidade e um conforto que as versões comuns não oferecem, transformando sua rotina de saúde em um caminho de equilíbrio e bem-estar real.
O que é o magnésio bisglicinato?
A ciência nos mostra que o bisglicinato de magnésio, também conhecido como magnésio quelado, é a união do mineral com duas moléculas do aminoácido glicina. Especialistas do portal Tua Saúde explicam que essa estrutura protege o magnésio durante a passagem pelo estômago, facilitando sua chegada ao intestino.
Evidências do estudo “Bioavailability of US magnesium diglycinate”, publicado no PubMed, confirmam que essa forma química é superior em absorção quando comparada ao óxido de magnésio. Isso significa que o corpo consegue aproveitar melhor o nutriente, reduzindo drasticamente as chances de efeitos colaterais como o desconforto intestinal.
Quais são os benefícios principais?
Especialistas da Mayo Clinic explicam que o magnésio atua diretamente no relaxamento do sistema nervoso central e na função muscular. A ciência nos mostra que, ao cruzar a barreira hematoencefálica com mais facilidade, o bisglicinato é particularmente eficaz para promover a calma e reduzir sintomas de ansiedade leve.
Evidências do guia de suplementação do Ministério da Saúde indicam que a reposição adequada deste mineral é vital para a saúde óssea e cardiovascular. Para quem busca melhorar a qualidade de vida de forma prática, este suplemento oferece vantagens específicas que impactam o dia a dia:
- Melhora do sono: Auxilia na regulação da melatonina e acalma os receptores GABA no cérebro.
- Redução de cãibras: Facilita a entrada de potássio nas células e relaxa as fibras musculares.
- Saúde cognitiva: Apoia as conexões sinápticas, melhorando a memória e o foco mental.
- Controle da glicemia: Ajuda na sensibilidade à insulina e no metabolismo dos carboidratos.

Como ele ajuda no sono?
Especialistas explicam na revisão científica “The Role of Magnesium in Sleep Health” que o mineral ajuda a “desligar” o estado de alerta do organismo ao final do dia. A ciência nos mostra que a glicina, presente na forma bisglicinato, atua em sinergia com o magnésio para baixar a temperatura corporal e induzir o sono profundo.
Diferente de calmantes sintéticos, o bisglicinato de magnésio não causa dependência e respeita o ciclo natural de descanso do corpo humano. Evidências do estudo clínico “Magnesium supplementation in the elderly” demonstram que idosos que suplementaram o mineral tiveram uma melhora significativa no tempo total de sono.
Quais são as doses recomendadas?
A ciência nos mostra que a necessidade diária de magnésio varia conforme a idade, o sexo e o nível de atividade física de cada indivíduo. Especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) sugerem que o equilíbrio pode ser mantido com o consumo regular, mas o uso de suplementos deve sempre respeitar os limites toleráveis.
Para garantir que a suplementação seja segura e eficiente, as diretrizes da National Institutes of Health (NIH) recomendam observar os seguintes pontos sobre a ingestão:
- Dose média: Geralmente varia entre 200 mg e 400 mg de magnésio elementar por dia.
- Melhor horário: Consumir preferencialmente à noite para potencializar o efeito relaxante.
- Absorção: Tomar junto a uma refeição leve pode ajudar a evitar qualquer sensibilidade gástrica.
- Uso contínuo: Os benefícios costumam ser mais visíveis após duas a quatro semanas de uso regular.
Qual é o seu próximo passo?
A ciência nos mostra que o bisglicinato de magnésio é uma ferramenta valiosa para quem busca restaurar os níveis desse mineral sem os incômodos laxativos de outras fórmulas. Especialistas explicam que, antes de iniciar qualquer suplementação, é fundamental avaliar se a sua dieta já supre as necessidades básicas ou se há sinais clínicos de deficiência.
Ao optar por uma forma quelada, você prioriza a eficiência biológica e o respeito ao ritmo do seu próprio corpo, garantindo mais vitalidade para suas atividades diárias. Comece observando os sinais de tensão e descanso do seu organismo e busque orientações que alinhem a suplementação com o seu estilo de vida atual.
O acompanhamento com um médico ou nutricionista é fundamental para um diagnóstico preciso e tratamento seguro.
Referências dos estudos citados:
- Schuette, S. A., et al. (1994). “Bioavailability of magnesium diglycinate vs magnesium oxide in patients with ileal resection.” Journal of Parenteral and Enteral Nutrition (PubMed). Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/7815354/
- Tua Saúde (2024). “Bisglicinato de magnésio: o que é, para que serve e como tomar.” Disponível em: https://www.tuasaude.com/bisglicinato-de-magnesio/
- Boyle, N. B., et al. (2017). “The Effects of Magnesium Supplementation on Subjective Anxiety and Stress—A Systematic Review.” Nutrients. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28445426/
- National Institutes of Health (2022). “Magnesium: Fact Sheet for Health Professionals.” Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/Magnesium-HealthProfessional/
- Ministério da Saúde (2014). “Guia Alimentar para a População Brasileira”. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf









