Com a primavera se aproximando, espirros repetidos, coceira no nariz, coriza, congestão e olhos lacrimejando podem ser sinais de rinite alérgica. O pólen é um dos possíveis gatilhos nessa época, mas poeira, ácaros, mofo e pelos de animais também podem desencadear sintomas em pessoas sensíveis.
Como reconhecer a rinite alérgica
A rinite alérgica acontece quando o sistema imunológico reage a substâncias normalmente inofensivas. Os sintomas costumam surgir pouco depois do contato com o alérgeno e podem afetar tanto o nariz quanto os olhos.
De acordo com o NHS, os sinais mais comuns incluem espirros, nariz coçando, entupido ou escorrendo, além de olhos vermelhos, com coceira e lacrimejamento. Pólen de árvores, gramíneas e ervas está entre os gatilhos frequentes.

O que ajuda a reduzir os sintomas
Diminuir o contato com os gatilhos pode ajudar a controlar o desconforto. As medidas mais úteis variam conforme o tipo de alergia e a intensidade dos sintomas.
- Evitar exposição desnecessária ao pólen e outros alérgenos conhecidos.
- Trocar de roupa e tomar banho após períodos prolongados ao ar livre em dias de maior exposição.
- Manter os ambientes limpos para reduzir poeira, ácaros e mofo.
- Procurar orientação profissional se os sintomas forem frequentes ou afetarem o sono e a rotina.
Veja também outras formas de controlar a rinite alérgica e os tratamentos que podem ser indicados.
O que mostra um estudo sobre rinite alérgica
Segundo a revisão científica Allergic Rhinitis: A Review, publicada no JAMA em 2024, a rinite alérgica costuma causar congestão nasal, coriza, espirros e coceira nos olhos, nariz e garganta.
A revisão destaca que evitar os alérgenos desencadeantes faz parte do tratamento e que medicamentos como anti-histamínicos e corticosteroides nasais podem ser indicados conforme a frequência e a intensidade dos sintomas. A escolha deve considerar cada caso, especialmente quando as crises são persistentes.

Quando é importante buscar orientação
Sintomas leves podem melhorar com redução da exposição aos gatilhos, mas crises persistentes merecem avaliação para confirmar se realmente se trata de alergia e escolher o tratamento adequado. A presença de sintomas respiratórios também exige atenção.
- Falta de ar ou chiado no peito.
- Sintomas que não melhoram com medidas simples.
- Crises frequentes que atrapalham o sono, trabalho ou estudos.
- Congestão nasal intensa ou prolongada.
- Dúvida sobre o que está desencadeando as crises.
Este conteúdo é apenas informativo e não substitui a avaliação e a orientação de um médico.









