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Vagina curta: o que é e como tratar

A síndrome da vagina curta é uma malformação congênita na qual a menina nasce com um canal vaginal menor e mais estreito que o normal, o que, durante a infância não causa nenhum desconforto, mas que pode provocar dor durante a adolescência, especialmente quando se inicia o contato sexual.

O grau desta malformação pode variar de um caso para outro e, por isso, existem meninas que podem nem apresentar canal vaginal, causando ainda mais dor quando surge a menstruação, já que os restos liberados pelo útero não conseguem sair do corpo. Entenda melhor o que acontece quando a menina não tem vagina e como é tratado.

Assim, cada cado de vagina curta deve ser avaliado por um ginecologista, para identificar o grau e iniciar o tratamento mais adequado, que pode envolver desde exercícios com aparelhos médicos especiais até cirurgia, por exemplo.

Vagina curta: o que é e como tratar

Principais características

A principal característica da síndrome da vagina curta é a presença de um canal vaginal com dimensões inferiores ao da maior parte das mulheres, sendo frequente que a vagina apresente um tamanho de apenas 1 ou 2 cm ao invés dos 6 a 12 cm, que são normais.

Além disso, dependendo do tamanho da vagina, a mulher pode ainda ter sintomas como:

  • Ausência da primeira menstruação;
  • Dor intensa durante o contato íntimo;
  • Desconforto ao utilizar absorventes internos;

Muitas meninas podem até acabar desenvolvendo depressão, especialmente quando não conseguem ter relações sexuais ou apresentar a primeira menstruação e não sabem da presença desta malformação.

Assim, sempre que existir desconforto no contato íntimo ou alterações grandes no padrão menstrual esperado é importante consultar um ginecologista, já que, na maior parte das vezes, a síndrome da vagina curta só é identificada com um exame físico feito pelo médico.

Como é feito o tratamento

Uma grande parte dos casos de vagina curta podem ser tratados sem ser necessário recorrer à cirurgia. Isso acontece porque os tecidos vaginais geralmente são bastante elástico e, por isso, podem ser dilatados gradualmente, utilizando-se aparelhos especiais que variam de tamanho e que são conhecidos como dilatadores vaginais de Frank.

Os dilatadores devem ser inseridos na vagina por cerca de 30 minutos por dia e, nos primeiros tempos de tratamento, precisam ser usados todos os dias. Depois, com o alargamento do canal vaginal, esses aparelhos podem ser apenas utilizados 2 a 3 vezes por semana, ou de acordo com as orientações do ginecologista.

A cirurgia geralmente só é utilizada quando os aparelhos não provocam qualquer alteração no tamanho da vagina ou quando a malformação vaginal é muito grave e provoca a ausência total do canal vaginal.

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