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Vacina que pode curar o Alzheimer está em fase de testes

Janeiro 2020

Após mais de 20 anos de pesquisa, uma nova vacina que promete combater os sintomas do Alzheimer, está a ser testada em humanos, por investigadores da United Euroscience, tendo já demonstrado resultados muito positivos e promissores, com uma taxa de resposta de quase 100%.  Para ser disponibilizada no mercado, são necessários mais testes em humanos, para confirmar a segurança da vacina.

O Alzheimer é uma doença caracterizada pela degeneração progressiva dos neurônios do cérebro e consequente comprometimento das suas funções cognitivas, como a memória, atenção, linguagem, orientação, percepção, raciocínio e pensamento, que podem comprometer a qualidade de vida da pessoa.

A nova vacina que está a ser estudada, poderá impedir a degeneração dos neurônios e evitar a evolução da doença. Saiba como identificar os sinais e sintomas do Alzheimer.

Vacina que pode curar o Alzheimer está em fase de testes

Como atuará a vacina?

Ainda não se sabe ao certo a causa específica do Alzheimer, mas acredita-se que a doença seja causada pelo acúmulo de lacas compostas por duas proteínas, chamadas proteína Beta-amiloide e proteína Tau, que causam inflamação, desorganização e destruição das células neuronais, principalmente nas regiões do cérebro chamadas de hipocampo e córtex, levando à perda de memória e causando danos cognitivos.

A vacina que está agora em fase de estudos, tem na sua composição um peptídeo chamado de UB-311, que é composto por uma cadeia de aminoácidos da proteína Beta-amilóide. Este peptídeo foi criado para desencadear uma resposta de anticorpos no organismo, que reconheçam, se conectem e eliminem a proteína beta-amiloide, responsável pela destruição das células neuronais, impedindo a progressão da doença.

Quando estará disponível?

Antes de disponibilizar a vacina no mercado, será necessário realizar mais testes clínicos em humanos, de forma a testar a segurança e a verificar os possíveis efeitos colaterais associados ao tratamento. Estão agora a decorrer ensaios clínicos de fase 2, em humanos que vão receber várias doses da vacina, e que serão avaliados durante cerca de 2 anos, de forma a determinar os efeitos do tratamento a longo prazo. Estima-se que os resultados deste estudo estejam concluídos em Março de 2021.

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