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Tratamento para hepatite autoimune

O tratamento para hepatite autoimune envolve o uso de remédios corticoides associados ou não a remédios imunossupressores e tem início após o diagnóstico realizado pelo médico por meio da análise dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa e resultado dos exames laboratoriais solicitados, como dosagem das enzimas hepáticas, das imunoglobulinas e dos anticorpos, e da análise da biópsia do fígado.

Quando a pessoa não responde ao tratamento com remédios ou quando a doença já está em um nível mais avançado, o hepatologista ou clínico geral pode recomendar a realização de transplanta de fígado. Além disso, para complementar o tratamento médico, é recomendado que os pacientes façam uma alimentação equilibrada e pobre em bebidas alcoólicas e em alimentos gordurosos, como embutidos ou salgadinhos.

Saiba mais sobre a hepatite autoimune.

Tratamento para hepatite autoimune

O tratamento para hepatite autoimune pode ser feito com corticoides, imunossupressores ou, nos casos mais graves, com o transplante de fígado. Normalmente, o tratamento medicamentoso para hepatite autoimune deve ser mantido para toda a vida para que seja possível manter a doença controlada.

1. Corticoides

Os remédios corticoides, como a Prednisona, são utilizados para reduzir a inflamação do fígado provocada pela ação do sistema imunológico sobre as células hepáticas. Inicialmente, a dose de corticoides é elevada, mas com o avançar do tratamento, o médico pode ir reduzindo a quantidade de Prednisona até o mínimo necessário para que a doença continue controlada.

Porém, o uso de corticoides tem efeitos colaterais como aumento do peso, enfraquecimento dos ossos, diabetes, aumento da pressão arterial ou ansiedade e, por isso, pode ser necessário fazer uma combinação com imunossupressores para reduzir os efeitos colaterais, além de haver necessidade de acompanhamento periódico pelo médico.

O uso de corticoides é indicado para as pessoas que possuem sintomas mais incapacitantes, como fadiga e dores articulares, por exemplo, quando a pessoa possui níveis muito alterados de enzimas hepáticas ou gamaglobulinas, ou quando é verificada na biópsia a necrose de pare do tecido hepático.

2. Imunossupressores

Os remédios corticoides, como a Azatioprina, é indicada com o objetivo de diminuir a atividade do sistema imunológico e, assim, evitar que haja destruição das células hepáticas e inflamação crônica do órgão. Normalmente o uso da Azatioprina é feito em associação com os corticoides com o objetivo de reduzir os efeitos colaterais associados com esse tratamento.

Durante o tratamento com remédios imunossupressores, como a Azatioprina, o paciente deve fazer exames de sangue regulares para avaliar o número de glóbulos brancos, que pode diminuir e facilitar o surgimento de infecções.

3. Transplante de fígado

O transplante de fígado é utilizado nos casos mais graves da hepatite autoimune, quando o paciente desenvolve cirrose ou insuficiência hepática, por exemplo, e serve para substituir o fígado doente por um saudável. Saiba mais sobre o transplante de fígado.

Após o transplante de fígado, o paciente deve ficar internado durante 1 a 2 semanas para garantir que não existe rejeição do novo órgão. Além disso, indivíduos transplantados também devem tomar imunossupressores durante toda a vida para evitar que o organismo rejeite o novo fígado.

Apesar de ser uma forma de tratamento eficaz, há possibilidade da doença voltar a acontecer, já que a hepatite autoimune está relacionada com o sistema imunológico da pessoa e não com o fígado.

Tratamento para hepatite autoimune

Sinais de melhora da hepatite autoimune

Os sinais de melhora da hepatite autoimune normalmente surgem algumas semanas após o inicio do tratamento e estão relacionados com a diminuição dos sintomas, permitindo que o paciente tenha uma vida normal.

Sinais de piora da hepatite autoimune

Quando o tratamento não é feito de forma adequada o paciente pode desenvolver cirrose, encefalopatia ou insuficiência hepática, apresentando sinais de piora que incluem inchaço generalizado, alterações do olfato e problemas neurológicos, como confusão e sonolência.


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