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Tratamento para difteria

O tratamento para difteria é realizado na maioria das vezes durante internamento hospitalar e deve ser iniciado assim que houver suspeita de infecção, principalmente na crianças, já que pode levar a sérias complicações caso não seja tratado corretamente.

O tratamento é feito com o objetivo de reduzir os sintomas, sendo os resultados avaliados pela equipe médica a partir da observação da diminuição da febre, do inchaço e melhora da capacidade respiratória.

A difteria é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae que leva ao aparecimento de placas acizentadas na garganta, inchaço do pescoço, febre e feridas na pele. Conheça outros sintomas da difteria e como é feito o tratamento.

Tratamento para difteria

Como é feito o tratamento

O tratamento da difteria pode ser feito em casa ou durante internamento hospitalar, o que acontece na maioria das vezes, dependendo dos sintomas apresentados pela pessoa. O tratamento pode demorar 1 mês, variando de pessoa para pessoa, sendo mais prolongado nas crianças.

O tratamento para a difteria é estabelecido pelo médico, sendo necessário:

  • Tomar uma injeção de antitoxina diftérica, que tem a função de diminuir os efeitos das substâncias tóxicas libertadas pela bactéria no organismo do paciente;
  • Tomar antibióticos como Penicilina, Eritromicina ou Clindamicina, com o objetivo de eliminar a bactéria e impedir a sua transmissão;
  • Ficar num quarto isolado até os exames não detectarem a presença da bactéria, o que pode demorar até 2 semanas. O isolamento é importante para que não haja contato com outras pessoas internadas;
  • Ingerir grandes quantidades de líquidos para manter o organismo hidratado, principalmente em bebês e crianças.

Além disso, é importante evitar fazer esforços e permanecer em repouso até que a doença seja resolvida. Quando a pessoa apresenta dificuldade para respirar, por exemplo, pode ser necessária a realização de traqueostomia, que é um procedimento cirúrgico em que é feito uma abertura no pescoço para permitir que a pessoa respire melhor ou seja colocado um tubo respiratório no qual é administrado oxigênio. Saiba como cuidar de uma pessoa com traqueostomia.

Como é feita a prevenção da difteria

A prevenção da difteria é feita por meio da vacinação, que além de proteger contra a difteria, também protege contra o tétano e a coqueluche. Essa vacina deve ser aplicada aos 2, 4 6 e 15 meses de idade, devendo ser reforçada aos 4 e depois a cada 10 anos. Saiba mais sobre a vacina contra a difteria, tétano e coqueluche.

Caso a pessoa tenha entrado em contato com algum paciente com difteria, é importante ir ao hospital para que seja administrada a injeção de antitoxina diftérica e, assim, seja evitado o agravamento e a transmissão da doença para outras pessoas. Apesar de ser mais comum em crianças, os adultos que não possuem a vacina em dia contra a difteria ou possuam o sistema imune fragilizado, são mais suscetíveis à infecção por Corynebacterium diphtheriae.

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