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O que você precisa saber?

Transplante da face

O transplante da face ou rosto pode ser parcial ou incluir cabelo, orelhas e pálpebras. Mas para que uma cirurgia destas possa ser realizada, é necessário que o doador tenha a mesma idade, tom de pele e sangue compatível ao do paciente que vai receber o transplante.

Durante a cirurgia para o transplante de rosto, a face do doador é removida e dependendo da intensidade do dano do rosto do receptor, não é só removida a pele, mas também a gordura subjacente, músculo, cartilagem, nervos, artérias e veias.

Para que uma cirurgia de transplante de face possa ser realizada, é necessário encontrar o doador e receptor compatíveis que deverão ser fisicamente saudáveis e psicologicamente preparados para suportar o estresse emocional associado, ter a mesma idade e tom de pele, além de combinar o sangue e tecido.

Em 2005 foi feito o primeiro transplante de face nos Estado Unidos da América, em 2006 na China, em 2007 em França, a última intervenção até a data aconteceu em Dezembro de 2008, nos Estados Unidos da América.

Os principais riscos do transplante facial, além das questões psicológicas, são sangramento em excesso, infecção e rejeição, como em qualquer outro procedimento cirúrgico.

Ainda são poucos os transplantes de face já realizados e nos casos em que a cirurgia desenvolva complicações, o procedimento pode ser remover a face e realizar um outro transplante de um novo doador, recobrir a face com pele artificial ou cobrir o espaço com enxertos de pele verdadeira.

Riscos do transplante de face

Os principais riscos do transplante de rosto, além das questões psicológicas, são sangramento em excesso, infecção e rejeição, como em qualquer outro tipo de transplante. O receptor do transplante terá que tomar medicamentos imunossupressores para o resto de sua vida para evitar rejeição de tecido.

Os riscos de um transplante total de rosto incluem o estresse psicológico que afeta todos os transplantados, infecção, sangramentos, insensibilidade, incapacidade de realizar movimentos com os músculos da face e na pior hipótese a rejeição do corpo ao tecido transplantado.

Para diminuir o risco de uma rejeição por parte do corpo, o indivíduo que recebeu o novo rosto deverá tomar medicamentos imunossupressores por toda a vida. Quanto aos outros riscos, iniciar prontamente uma recuperação com uma equipe especializada de fisioterapeutas e fonoaudiólogos é fundamental.

Não basta o indivíduo receber um novo rosto, após a cirurgia serão necessários ainda passar muitos meses na reabilitação. Este passo é fundamental para que o indivíduo consiga ter de volta a sensibilidade no rosto e consiga realizar movimentos básicos, como abrir e fechar a boca, por exemplo.

Os riscos citados a cima são os mesmos de uma outra cirurgia qualquer e para realizar uma cirurgia deste porte deve-se analisar bem os riscos e seus benefícios. Um acompanhamento psicológico é também indicado, algumas vezes é necessário também a ingestão de remédios receitados por um psiquiatra, que consigam diminuir a ansiedade e os riscos de depressão.

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