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7 alimentos para aumentar as chances de engravidar

Para aumentar as chances de engravidar, em primeiro lugar é importante garantir que o peso da futura gestante está adequado, pois a obesidade ou peso abaixo do normal podem prejudicar a produção dos hormônios que garantem a fertilidade e uma gravidez saudável. 

Outro fator importante é garantir a ingestão dos nutrientes necessários para o ciclo de amadurecimento dos óvulos, como a vitamina B6 e B12, encontradas no feijão e lentilha, por exemplo. Recomenda-se também a suplementação de ferro e ácido fólico, para aumentar o fluxo sanguíneo nos órgãos sexuais, garantir a qualidade do transporte de oxigênio para o bebê durante a gestação e auxiliar no desenvolvimento inicial, evitando má formações e aborto espontâneo.  

Além disso, nos homens a alimentação saudável e balanceada, rica em selênio presente no atum por exemplo, está relacionada a formação de espermatozóides saudáveis e a produção de testosterona, que é o principal hormônio da fertilidade masculina.   

7 alimentos para aumentar as chances de engravidar

Incluir alguns destes alimentos no consumo diário, pode ajudar o casal a completar os nutrientes necessários para a manutenção da fertilidade, aumentando as chances de engravidar, como:

1. Frutas cítricas

As frutas cítricas como laranja, limão, mexerica e abacaxi são ricas em vitamina C, cálcio e potássio, que ajudam a estabilizar o ciclo menstrual, facilitando a identificação do período fértil, que é o momento mais indicado para ter relações sexuais. Além disso, a laranja possui poliamina e folato que ajudam a desativar os radicais livres que podem danificar os espermatozoides e os óvulos.

2. Queijo envelhecido

Queijos envelhecidos como parmesão e provolone, mantém a boa a saúde dos óvulos e espermatozoides por serem ricos em poliaminas, impedindo que radicais livres de causar danos ás células reprodutivas. 

3. Feijão e lentilha

Estes alimentos são ricos em fibra, ferro, zinco e folato, que auxiliam na produção e equilíbrio dos hormônios sexuais. Além de conter poliamina espermidina, que são reguladores do desenvolvimento saudável dos espermatozóides, facilitando a fertilização do óvulo.

4. Salmão e atum

O salmão e o atum são uma grande fonte de selênio que é um nutriente envolvido na formação adequada da cauda do espermatozóide, que é a principal responsável pelo bom desempenho da velocidade para chegar ao óvulo. Além de possuírem ômega-3, que é essencial para o bom desenvolvimento do cérebro do bebê nas primeiras semanas de gravidez.

5. Frutos vermelhos 

Frutos vermelhos como tomates, morangos, cerejas e amoras possuem licopeno, um antioxidantes que reduz os níveis de radicais livres que podem danificar espermatozoides e óvulos. 

6. Folhas verdes

Verduras escuras como couve, espinafre, alface romana e rúcula são ricos em ferro e folato, que podem melhorar o processo de ovulação e reduzir as chances de problemas genéticos e aborto espontâneo. Ainda possuem ferro, um mineral importante para o transporte de oxigênio no corpo e fundamental para a implantação do óvulo fertilizado no útero.

7. Semente de girassol 

A semente de girassol torrada, é rica em vitamina E, o que pode auxiliar na motilidade dos espermatozoides, ou seja, ajudar na velocidade. Além de serem ricos em zinco, folato, selênio, ômega 3 e 6, nutrientes essenciais para a fertilidade feminina e masculina, por aumentarem o fluxo sanguíneo nos órgãos reprodutores. 

O que evitar para engravidar mais rápido 

Alguns hábitos podem interferir no processo de iniciar e levar uma gestação até o final, e por isso são desaconselhados, como:

  • Consumir frituras, margarinas e produtos processados: estes alimentos podem conter gorduras trans, que estão associadas a infertilidade por causar defeitos na estrutura do esperma e na qualidade do óvulo;
  • Alto consumo de carboidratos refinados: alimentos como macarrão, pão e arroz branco quando absorvidos no corpo, aumentam o nível de insulina no sangue, que é quimicamente parecida com os hormônios ovarianos. Assim o corpo pode reduzir a produção destes hormônios, por entender que já os tem, e isto resulta em óvulos imaturos;
  • Consumir cafeína: a cafeína reduz a absorção de cálcio e ferro no corpo, o que pode prejudicar a fertilidade, além disso, por ser um estimulante com a capacidade de atravessar a barreira da placenta, já na gravidez, a cafeína pode alterar os batimentos cardíacos e o metabolismo do bebê, aumentando as chances de nascimento com baixo peso e aborto espontâneo;
  • Bebidas alcoólicas: o consumo de álcool reduz o nível de testosterona nos homens, diminuindo a produção de esperma, e nas mulheres pode interromper o ciclo menstrual, o que impede que o óvulo esteja disponível para a fecundação;
  • Fazer uso de medicamentos sem orientação médica: a automedicação pode interferir na fertilidade por desregular hormônios necessários para o amadurecimento do óvulo e espermermatozóides.

Caso o casal no período de um ano não tenha conseguido engravidar, é indicado que se procure um médico que irá verificar por meio de análises de sangue, urina e amostra de sêmen se existe alguma IST ou distúrbios hormonais, que estejam dificultando a concepção.

Após estes testes, se necessário, o casal será encaminhado para um especialista em fertilidade, que poderá pedir uma ecografia, por exemplo, para observar os ovários e testículos. 

Bibliografia >

  • HSE. How to improve your chances of getting pregnant. Disponível em: <https://www2.hse.ie/wellbeing/child-health/how-to-improve-your-chances-of-getting-pregnant.html>. Acesso em 24 Ago 2020
  • HSE. What to eat when trying to get pregnant. Disponível em: <https://www2.hse.ie/wellbeing/child-health/what-to-eat-when-trying-to-get-pregnant/foods-to-eat-when-planning-a-pregnancy.html>. Acesso em 24 Ago 2020
  • OMS. Restricting caffeine intake during pregnancy. Disponível em: <https://www.who.int/elena/titles/caffeine-pregnancy/en/>. Acesso em 24 Ago 2020
  • NIH. Omega-3 Fatty Acid Supplementation During Pregnancy. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2621042/>. Acesso em 24 Ago 2020
  • JORNAL DE PEDIATRIA. Influência do tabagismo na fertilidade, gestação e lactação. Disponível em: <https://www.scielo.br/pdf/jped/v77n4/v77n4a06.pdf>. Acesso em 24 Ago 2020
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