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5 Passos para se proteger da Superbactéria KPC

Para evitar a contaminação da superbactéria KPC, que é um microrganismo que têm capacidade de sobreviver à maioria dos antibióticos, é fundamental lavar bem as mãos várias vezes ao dia, além de usar antibióticos apenas por indicação do médico, pois o uso excessivo destes medicamentos torna as bactérias mais fortes e resistentes.

A superbactéria KPC, que pode levar à morte, é transmitida principalmente pelas mãos, no entanto também pode ser pelo contato com secreções de pacientes infectados, como saliva, ou pelo uso de um objeto comum e provoca sintomas como febre acima de 39º e infeções, como pneumonia ou meningite, por exemplo. Conheça mais sobre os sintomas e o tratamento desta superbactéria.

Transmissão através das mãos mal lavadasTransmissão através das mãos mal lavadas
Transmissão através de locais sujosTransmissão através de locais sujos
Trnamissão através do uso de objetos em comumTrnamissão através do uso de objetos em comum

Como se proteger da superbactéria KPC

​Para se proteger da superbactéria KPC é importante:

1. Lavar bem as mãos durante 1 minuto

A principal forma de prevenir a contaminação é lavar as mãos com água e sabão durante 40 segundos a 1 minuto, esfregando as mãos uma na outra e lavando bem entre os dedos. Depois deve secá-las com um toalha descartável e desinfectá-las com álcool em gel. Conheça os passos para lavar corretamente as mãos em: Como lavar bem as mãos.

Como a superbactéria é muito resistente, para além de lavar as mãos depois de ir no banheiro e antes das refeições, as mãos devem ser lavadas:

  • Após espirrar, tossir ou tocar no nariz;
  • Ir no hospital;
  • Tocar em alguém internado por estar infectado pela bactéria;
  • Se tocar em objetos ou em superfícies onde paciente contaminado esteve;
  • Usar o transporte público ou ir no shopping e tiver tocado em corrimões, botões ou portas, por exemplo.

Caso não seja possível lavar as mãos, o que pode acontecer no transporte público, estas devem ser desinfectadas com álcool logo que possível para evitar a transmissão do microorganismo.

2. Só usar antibióticos por indicação do médico

Outra forma de evitar a superbactéria que é resistente aos antibióticos é usar remédios antibacterianos apenas por indicação do médico e nunca por decisão própria, pois o uso excessivo de antibióticos torna as bacterias cada vez mais fortes e, em situações graves podem não fazer efeito.

3. Não partilhar objetos pessoais

Para se prevenir a infecção não se deve partilhar objetos pessoais, como escovas de dentes, talheres, copos ou garrafas de água, pois a bactéria também é transmitida pelo contato com secreções, como saliva.

4. Evitar ir no hospital

Para evitar a contaminação, só se deve ir no hospital, pronto-socorro ou farmácia, caso não exista outra solução, mas mantendo todas as medidas de segurança para evitar a transmissão, como lavar as mãos e usar luvas, por exemplo. Uma boa solução é antes de ir no hospital ligar para o Dique Saúde, 136, para saber informações sobre o que fazer.

O hospital e pronto-socorro, por exemplo, são locais onde existe maior chance da bactéria KPC estar presente, pois é frequentado por pacientes que são portadoras da mesma e podem estar infectados.

Caso seja profissional de saúde ou familiar de um paciente que está infectado pela bactéria, deve colocar uma máscara, calçar luvas e vestir avental, além de usar mangas compridas pois, só desta forma é possível a prevenção contra a bactéria.

5. Evitar locais públicos

Para reduzir o risco de transmissão da bactéria deve-se evitar locais públicos, como transportes públicos e shoppings, pois são frequentados por muita gente e existe maior chance de alguma estar infectada.

Além disso, não deve tocar diretamente com a mão em superfícies públicas, como corrimões, balcões, botões de elevador ou maçanetas da porta e, caso tenha que o fazer, deve lavar imediatamente as mãos com água e sabão ou desinfectar as mãos com álcool em gel.

Geralmente, a bactéria afeta pessoas com a saúde debilitada, como aquelas que fizeram uma cirurgia, portadores de sondas e cateteres, pacientes com doenças crônicas, transplantados de órgãos ou câncer, que são aqueles que têm o sistema imune mais fraco e que o risco de morte é maior, no entanto, qualquer individuo pode ser infectado.

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