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Cirurgia para Câncer de Pâncreas

A cirurgia para a retirada do câncer de pâncreas é uma alternativa de tratamento considerada por muitos oncologistas a única forma de tratamento realmente capaz de curar o câncer de pâncreas, no entanto, esta cura só é possível quando o câncer é diagnosticado no seu estágio inicial.

O câncer de pâncreas é mais comum após os 60 anos e é muito agressivo e tem uma taxa de sobrevida de cerca de 20% em 10 anos após o diagnóstico, mesmo quando a pessoa apresenta apenas 1 adenocarcinoma pancreático pequeno e sem gânglios linfáticos afetados. Pacientes com metástases ou tumor irressecável tem uma esperança média de vida de apenas 6 meses. Assim, logo que essa doença é descoberta é necessário realizar exames e marcar a cirurgia para aumentar as chances de cura e prolongar o tempo de vida do paciente. 

Cirurgia para Câncer de Pâncreas

Tipos de cirurgia para câncer de pâncreas 

Os principais tipos de cirurgia para retirar o câncer de pâncreas:

  • Gastroduodenopancreatectomia ou Cirurgia de Whipple, consiste em retirar a cabeça do pâncreas e, por vezes, também parte do corpo do pâncreas, vesícula biliar, ducto biliar comum, parte do estômago e duodeno. Esta cirurgia tem índices de sucesso aceitáveis, podendo também ser utilizada como forma paliativa, por diminuir um pouco os incômodos que a doença traz.  Após esta cirurgia, a digestão mantém-se normal porque a bile que é produzida no fígado, os alimentos e os sucos digestivos da parte restante do pâncreas vão diretamente para o intestino delgado.
  • Duodenopancreatectomia, que é uma técnica cirúrgica semelhante à cirurgia de Whipple, mas a parte inferior do estômago não é removida.
  • Pancreatectomia Total, que é uma cirurgia em que é removido o pâncreas inteiro, o duodeno, parte do estômago, baço e vesícula biliar.  O paciente pode ficar diabético depois desta cirurgia porque já não produz insulina para combater os níveis altos de açúcar no sangue porque retirou o pâncreas todo, que é o responsável por produzir insulina.
  • Pancreatectomia Distal: baço e o pâncreas distal são removidos.

Além destas cirurgias, existem procedimentos paliativos que são usados quando o câncer já está muito avançado e que incluem cirurgias para tratar os sintomas e não para curar a doença. A quimioterapia têm ação muito limitada, sendo usada, principalmente, para atenuar as consequências e melhorar a qualidade de vida em pacientes que não apresentam condições de serem operados ou que possuem metástases. 

Exames antes da cirurgia 

Para se preparar para a cirurgia para remoção do tumor pancreático é necessário realizar alguns exames que ajudam a identificar se existem outras áreas afetadas pelo tumor. Assim, são recomendados exames como tomografia de abdome com múltiplos detectores, a ressonância nuclear magnética a ecoendoscopia, a tomografia com emissão de pósitrons e a laparoscopia. 

Tempo de internamento 

O tempo de internamento hospitalar depende do estado geral de saúde do indivíduo. Normalmente a pessoa faz a cirurgia e pode ir para casa em menos 10 dias, mas se existirem complicações, se a pessoa tiver que ser reoperada, o tempo de permanência hospitalar pode ser maior. 

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