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Como é feito o tratamento para o câncer linfático

O tratamento para o câncer linfático é feito de acordo com a idade da pessoa, sintomas apresentados e estágio da doença, podendo ser recomendada a realização de imunoterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea. É comum que durante o tratamento a pessoa sofra com algumas reações adversas relacionadas à medicação, como queda de cabelo, emagrecimento e distúrbios gastrointestinais, por exemplo, e, por isso, é importante que seja acompanhada de forma regular pela equipe médica e de enfermagem.

O câncer linfático tem cura quando ele é diagnosticado precocemente e as células cancerígenas ainda não se espalharam pelo corpo. Além disso, o tipo mais comum de câncer linfático, o linfoma não-Hodgkin que afeta as células linfáticas tipo B, quando é descoberto em sua fase inicial tem cerca de 80% de cura e, mesmo quando é descoberto numa fase mais avançada, o paciente tem, aproximadamente, 35% de chances de cura da doença.

Saiba reconhecer os sintomas de câncer linfático.

Como é feito o tratamento para o câncer linfático

O tratamento para câncer linfático pode variar conforme o comprometimento dos gânglios linfáticos e se as células cancerígenas já se espalharam ou não pelo corpo do indivíduo e pode ser feito com medicamentos, quando o câncer é descoberto em sua fase inicial, quimioterapia, radioterapia ou a junção dos dois.

As principais opções de tratamento para o câncer linfático são:

1. Quimioterapia

A quimioterapia é um dos principais tratamento para o câncer, e é feito a partir da administração de medicamentos diretamente na veia da pessoa, ou de forma oral, com o objetivo de promover a destruição e a diminuição da proliferação das células cancerosas que formam o linfoma.

Apesar de ser eficaz e muito utilizado, os medicamentos usados na quimioterapia não só atingem as células cancerosas, mas também as células saudáveis do corpo, deixando o sistema imunológico mais sensibilizado e levando ao aparecimento de alguns efeitos colaterais, como perda de cabelo, náuseas, fraqueza, ferimentos na boca, prisão de ventre ou diarreia, por exemplo.

Os medicamentos a serem utilizados e a frequência do tratamento deve ser indicado pelo médico de acordo com o tipo de câncer que a pessoa possui e estágio da doença. Veja como é feita a quimioterapia.

2. Radioterapia

A radioterapia tem como objetivo destruir o tumor e, consequentemente, eliminar as células tumorais através da aplicação da radiação. Esse tipo de tratamento normalmente é realizado juntamente com a quimioterapia, principalmente após cirurgia para retirada do tumor, com objetivo de eliminar as células cancerosas que não foram removidas na cirurgia.

Apesar de ser eficiente no tratamento do câncer linfático, a radioterapia, assim como a quimioterapia, está associada a diversos efeitos colaterais, como perda de apetite, enjoo, boca seca e descamação da pele, por exemplo.

3. Imunoterapia

A imunoterapia é um tipo de tratamento para o câncer linfático relativamente novo e que consiste no uso de medicamentos e/ ou injeções de anticorpos com o objetivo de estimular o sistema imunológico a combater o tumor e diminuir a taxa de replicação das células tumorais, aumentando a chance de cura.

Esse tipo de tratamento pode ser usado de forma isolada, quando os outros tipos de tratamento não têm o efeito desejado, ou como complemento da quimioterapia. Entenda como funciona a imunoterapia.

4. Transplante de medula óssea

Esse tipo de tratamento é normalmente indicado quando a pessoa não responde aos outros tratamentos realizadose tem como objetivo estimular a produção de células sanguíneas saudáveis, a partir da substituição da medula óssea deficiente por outra saudável, ou seja, que possui células-tronco hematopoiética funcionais, que são as células responsáveis por originar as células do sangue.

Dessa forma, a partir do momento que a pessoa recebe uma medula óssea normal, novas células sanguíneas são produzidas, resultando em maior atividade do sistema imunológico e combate do tumor, aumentando as chances de cura. No entanto, é importante que o paciente que recebeu o transplante seja monitorizado, pois mesmo que antes do transplante tenham sido realizados testes com o objetivo de verificar a compatibilidade, podem haver reações a esse tipo de tratamento ou o transplante não ser eficaz.

Por isso, é importante que o paciente realize exames de sangue de forma regular para verificar se as células do sangue estão sendo produzidas normalmente. Entenda como é feito o transplante de medula óssea.

Bibliografia >

  • INSTITUTO GOIANO DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA. Linfoma: o câncer do sistema linfático. Disponível em: <https://ingoh.com.br/dicas-de-saude/linfoma-o-cancer-do-sistema-linfatico/>. Acesso em 31 Out 2019
  • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LINFOMA E LEUCEMIA. Linfomas: tudo o que você precisa saber sobe esse tipo de câncer. Disponível em: <https://www.abrale.org.br/docs/manual-linfomas.pdf>. Acesso em 31 Out 2019
  • INCA. Linfoma de Hodgkin. Disponível em: <https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/linfoma-de-hodgkin>. Acesso em 31 Out 2019
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