Tratamento para pubalgia

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O tratamento para pubalgia, que é um problema crônico que afeta muitos atletas, como jogadores de futebol, corredores ou jogadores de hóquei, deve ser orientado por um ortopedista e, normalmente, é feito com repouso e aplicação de compressas geladas na virilha, durante 7 a 10 dias.

Além disso, nestes primeiros dias, o médico pode ainda receitar a ingestão de remédios anti-inflamatórios, como Ibuprofeno ou Diclofenaco, para aliviar a dor e reduzir o inchaço da região afetada.

Após 2 semanas, deverá ser inciada a fisioterapia e, nos casos mais graves, pode ser necessário fazer cirurgia para tratar a pubalgia.

Tratamento fisioterapêutico para pubalgia

O tratamento fisioterapêutico para pubalgia só deve ser iniciado cerca de 2 semanas após o início do tratamento ou segundo orientação do médico, durando entre 6 a 8 semanas.

Normalmente, durante as sessões de fisioterapia para pubalgia, o paciente realiza exercícios que ajudam a fortalecer os músculos do abdômen e da coxa, tornando o tratamento mais rápido.

Tratamento cirúrgico para pubalgia

A cirurgia para pubalgia é utilizada apenas nos casos mais graves, quando o problema não fica tratado apenas com o uso de fisioterapia. Nestes casos, o ortopedista faz uma cirurgia para tornar os músculos da região mais fortes, evitando o surgimento de novas hérnias inguinais.

Após a cirurgia para pubalgia, o médico irá orientar o paciente para um plano de recuperação de forma a que possa regressar às atividades desportivas em cerca de 6 a 12 semanas.

Tratamento natural para pubalgia

O tratamento natural para pubalgia só deve ser utilizado como complemento ao tratamento médico, podendo ser feito com acupuntura para aliviar a dor e remédios homeopáticos, como Homeofaln, para reduzir o inchaço, por exemplo.

Sinais de melhora da pubalgia

Os sinais de melhora da pubalgia podem demorar até 1 mês para surgir e incluem alívio da dor, redução do inchaço na virilha e facilidade para movimentar a perna do lado afetado.

Sinais de piora da pubalgia

Os sinais de piora surgem principalmente em atletas que tiveram uma lesão grave que provocou a pubalgia e, geralmente, incluem aumento da dor e do inchaço, assim como dificuldade para caminhar ou fazer pequenos movimentos com a perna.

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