A espondilite anquilosante, também chamada de espondiloartrose anquilosante, é uma lesão na coluna onde as vértebras fundem-se umas com as outras trazendo sintomas como dor e dificuldade nos movimentos da coluna.
Esta lesão inicia-se na articulação sacroilíaca, entre a pelve e as últimas vértebras lombares, ou na articulação do ombro e tende a ir agravando-se afetando progressivamente todas as outras vértebras da coluna, podendo levar o indivíduo a afastar-se do trabalhado, iniciando precocemente sua aposentadoria.
Os sintomas da espondiloartrose anquilosante são:
Estes sintomas vão instalando-se aos poucos até que com o passar dos anos eles se tornam cada vez mais comuns.
A espondiloartrose anquilosante é mais frequente nos homens tendo início dos sintomas entre 20 e 35 anos.
O diagnóstico da espondiloartrose anquilosante é feito através da observação do paciente e da análisedo raio-x; cintilografia óssea; teste sorológico HLA - B27 que é um teste genético e da tomografia computadorizada da articulação sacroilíaca e da coluna.
Chega-se ao diagnóstico de espondiloartrose anquilosante quando há a presença dos sintomas acima citados por mais de 3 meses e quando há um comprometimento de grau 2 a 4 nas duas articulações sacroilíacas, ou grau 3 ou 4 numa única articulação sacroilíaca.
É importante realizar todos estes exames para a perícia médica avaliar a possibilidade de aposentadoria ou não.
O tratamento para a espondiloartrose anquilosante é feito com a toma de medicamentos analgésicos, antiinflamatórios e relaxantes musculares. A fisioterapia é essencial e será de grande ajuda para aliviar os sintomas, devolver alguma mobilidade articular e aumentar a flexibilidade geral.
Alguns exemplos de remédios utilizados no tratamento da espondiloartrose anquilosante são:
A combinação de medicamentos e a dosagem deverão ser dada pelo médico após avaliação do estado de saúde do indivíduo.
Dependendo da idade do paciente e das suas atividades diárias, pode-se recomendar a cirurgia para colocação de uma prótese a fim de melhorar a amplitude de movimentos. A prática regular de exercícios além de melhorar a sintomatologia, confere mais energia e disposição. Métodos naturais como massagens, acupuntura, auriculoterapia, shiatsu e outras podem ser utilizados com o objetivo de diminuir a dor.
Quanto à alimentação, a dieta com pouco ou sem amido têm demonstrado ser eficaz trazendo alívio da dor e diminuindo a progressão da doença.
É importante que o paciente saiba que o tratamento deverá ser realizado por toda a vida pois a espondiloartrose ainda não têm cura.
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