Doença de Lyme

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A doença de Lyme é uma infecção bacteriana causada pela bactéria Borrelia burgdorferi que é transmitida através da picada de um carrapato que está contaminado com a bactéria. Geralmente, o carrapato pica na pele sem o paciente se dar conta, até aparecer um dos primeiros sintomas da doença que é uma grande mancha circular avermelhada.

O diagnóstico da doença de Lyme é feito através de um exame de sangue, porém os sintomas também ajudam a identificar a doença.

A doença de Lyme tem cura quando o tratamento, que envolve o uso de antibióticos, é feito corretamente. No entanto, caso o tratamento não seja feito, podem surgir complicações como artrite, meningite ou problemas no coração.

Como tratar a Doença de Lyme

O tratamento para doença de Lyme geralmente é feito com antibióticos prescritos pelo médico como a Doxiciclina durante cerca de 2 a 4 semanas. No entanto, nos casos mais graves, o paciente pode ter que ficar internado para receber os antibióticos pela veia e controlar o aparecimento de complicações como meningite, por exemplo.

É muito importante o paciente tomar os antibióticos até ao fim, mesmo que já se sinta melhor, para garantir que todas as bactérias são eliminadas do organismo. Além disso, o paciente deve evitar a exposição prolongada ao sol e não deve usar produtos de bronzeamento até terminar o tratamento porque alguns antibióticos podem tornar a pele mais sensível à luz solar.

Saiba mais sobre o tratamento para doença de Lyme.

Sintomas da Doença de Lyme

Os sintomas da doença de Lyme incluem:

  • Lesão avermelhada e redonda na pele, no local da picada do carrapato;
  • Fraqueza e cansaço;
  • Febre e calafrios;
  • Dor no corpo todo, principalmente nos músculos e articulações.

O diagnóstico da doença de Lyme é feito através de exames de sangue, por isso, na presença destes sintomas, o paciente deve ir imediatamente ao hospital para fazer o diagnóstico e começar tomando os antibióticos para tratar a doença.

Transmissão da Doença de Lyme

A doença de Lyme é causada pela bactéria Borrelia burgdorferi que está presente no sangue de diversos animais como ratos, veados ou melros, por exemplo. Quando um carrapato morde um desses animais, também fica contaminado com a bactéria, transmitindo-a para os humanos quando são mordidos pelo carrapato.

Os carrapatos são tão pequenos que o indivíduo pode não saber que foi picado, porém há um maior risco de ficar infectado quando o carrapato fica na pele por mais de 24 horas. Depois de infectado, a bactéria pode alcançar a corrente sanguínea, podendo causar artrite, meningite ou problemas no coração se não for tratada.

Os indivíduos que trabalham em áreas de floresta como caminhantes, campistas, agricultores, trabalhadores florestais ou soldados correm um maior risco de serem picados pelos carrapatos.

Para saber mais sobre a doença, consulte:

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