Cuidado com a auto-medicação
Deve-se ter cuidado com a auto-medicação pois um dos problemas mais graves relacionados com essa prática estão ligados à intoxicação e às reações de hipersensibilidade ou alergia manifestada por pequena irritação.
O período durante o qual um paciente pode se automedicar de forma responsável varia conforme as circunstâncias, mas normalmente não deve ir além de três a sete dias.
Quando um consumidor doente que se automedicou, reduz ou interrompe o uso do medicamento antes de atingir a dosagem e o tempo de tratamento desejáveis, é comum o aparecimento de outras doenças devido ao agravamento da primeira, como por exemplo um simples resfriado, que pode transformar-se em uma grave pneumonia.
As doenças de menor gravidade que podem ser tratadas por meio de automedicação podem ser:
- constipações e gripes;
- tosse;
- dores de garganta;
- infecção recorrente das narinas (incluindo a febre dos fenos);
- úlceras de boca;
- digestão incompleta ou difícil (incluindo azia);
- fezes pouco freqüentes ou difíceis;
- hemorróidas;
- queimaduras solares;
- verrugas;
- dores ligeiras a moderadas, tais como enxaquecas e dores musculares;
- problemas ligeiros a moderados da pele, como por exemplo, feridas, picadas de insetos, eczemas, etc.