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Cuidado com a auto-medicação

Deve-se ter cuidado com a auto-medicação pois um dos problemas mais graves relacionados com essa prática estão ligados à intoxicação e às reações de hipersensibilidade ou alergia manifestada por pequena irritação.

O período durante o qual um paciente pode se automedicar de forma responsável varia conforme as circunstâncias, mas normalmente não deve ir além de três a sete dias.

Quando um consumidor doente que se automedicou, reduz ou interrompe o uso do medicamento antes de atingir a dosagem e o tempo de tratamento desejáveis, é comum o aparecimento de outras doenças devido ao agravamento da primeira, como por exemplo um simples resfriado, que pode transformar-se em uma grave pneumonia.

As doenças de menor gravidade que podem ser tratadas por meio de automedicação podem ser:

  • constipações e gripes;
  • tosse;
  • dores de garganta;
  • infecção recorrente das narinas (incluindo a febre dos fenos);
  • úlceras de boca;
  • digestão incompleta ou difícil (incluindo azia);
  • fezes pouco freqüentes ou difíceis;
  • hemorróidas;
  • queimaduras solares;
  • verrugas;
  • dores ligeiras a moderadas, tais como enxaquecas e dores musculares;
  • problemas ligeiros a moderados da pele, como por exemplo, feridas, picadas de insetos, eczemas, etc.
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Compartilhar | Em Clínica Geral (novembro 2008)