O cordão umbilical possui células capazes de produzir qualquer outra célula do corpo, elas são chamadas de células-tronco ou células estaminais. Após o nascimento do bebê as células do cordão umbilical podem ser retiradas e guardadas através da criopreservação, para um uso posterior.
Estima-se que a preservação das células do cordão umbilical podem ser mantidas seguras por 20 anos sem apresentarem danos. Podendo ser utilizadas pelo bebê ou por outra pessoa que seja compatível, ela pode ser uma alternativa ao transplante de medula óssea e na cura de doenças consideradas hoje em dia incuráveis.
Existem bancos de sangue públicos ou particulares que garantem a integridade das células para uma futura utilização. A recolha do sangue do cordão umbilical deve acontecer logo após o parto, sem trazer qualquer risco para a mãe e para o bebê.
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